Insanity Seeker

A Loucura o leva à verdade, assim como a Verdade o leva à Loucura.


A coisa mais misericordiosa do mundo, creio eu, é a incapacidade da mente humana em correlacionar todo o seu conteúdo.
Vivemos numa plácida ilha de ignorância em meio a negros mares de infinito, e não está escrito pela Providência que devemos viajar longe.
As ciências, cada uma progredindo em sua própria direção, têm até agora nos causado pouco dano; mas um dia a junção do conhecimento dissociado abrirá visões tão terríveis da realidade e de nossa apavorante situação nela, que provavelmente ficaremos loucos por causa dessa revelação ou fugiremos dessa luz mortal rumo à paz e à segurança de uma nova Idade das Trevas.
H.P. Lovecraft

Saga & Sabotagem

February 11th, 2009 by Lordspy

    Finalmente comprei meu iPhone. Como no trabalho não podemos acessar quase nada na internet, sequer sites úteis, perdemos, muitas vezes, boas oportunidades que ocorrem fora do trabalho justamente por isso. E por isso mesmo comprei meu iPhone. Estou bastante satisfeito com o bixinho e fiquei ainda mais contente quando soube que o SDK para desenvolver pra ele é gratuito, apesar de só funcionar em computadores da Apple, mas que o ambiente de desenvolvimento para Mac’s são gratuitos também. Resolvi, então, ser um feliz proprietário de um MacBook, afinal, o preço está muito bom principalmente porquê estão saindo os novos Aluminum, que têm pouquíssima diferença.

    Após comprar o iPhone, num dos shoppings da capital, me dirigi à uma megaloja da Saraiva. Encontrei um MacBook 403 (o branco) e como já conhecia tudo sobre, quis comprar já no ato. Perguntei ao atendente se eles aceitavam cheque (porquê a quantia era superior ao limite do meu cartão de crédito, o qual decidi mantê-lo baixo para evitar problemas, pois já tive senha roubada) e ele me disse que não havia problemas. Fui então ao caixa para pagar, enquanto ele preparava o 403 para me entregar após o pagamento. No caixa a atendente me diz que iria demorar um pouco para consultar. Sem problemas, não estava com pressa afinal. Destaquei as folhas e anotei o meu telefone enquanto ela pegava uma das folhas para consultar, retornando logo em seguida dizendo que a loja não vende eletrônicos no cheque. Vontade inicial foi de abrir um chamado no procon, contactar a promotoria e tudo o mais, mas resolvi deixar quieto, afinal, minha cabeça já estava a mil.

    No dia seguinte fui à FNAC. Novamente, compra em cheques. 3X. Me indicaram para fazer o cartão FNAC, que me daria 5% de desconto (descontão, considerando o precinho camarada do brinquedo… dessa vez um 404, o preto). Fui fazer o cartão e fiquei lá passando dados para a atendente do financeiro por aproximadamente meia hora: Endereço, Telefone Fixo, Telefone de Contato, Salário (um que me coloca entre 2% da população Brasileira) e… não aprovado. E nem sequer os inúteis souberam me informar o porquê. Ok, volto, vou pagar em cheque sem o cartão FNAC. Negado pela financeira novamente. Novamente sem eles sequer saberem me informar. Mas eles aceitariam cheque à vista. Detalhe que no cheque parcelado em 3X eu receberia o produto no ato, mas cheque à vista eu apenas receberia o produto quando o mesmo compensasse… minimamente ridículo, afinal, o banco se responsabiliza pela segurança da loja, pois se o cheque não é pago, o nome do cliente fica sujo até que ele pague à loja e pessoas de um certo status social se preocupam (e muito) com o mesmo.

    No final, acabei comprando na FNAC mesmo, no dia seguinte, usando dois cartões de débito diferentes, de dois bancos diferentes, duas contas diferentes, à vista e com um preço maior do que o com o desconto que teria (mas consegui um descontinho muito fraco ainda assim, afinal, se não me engano, agora é lei que à vista e a prazo não podem ter o mesmo preço).

    Conclusão: Para me proteger da falta de segurança do modelo digital (cartões) quase não consegui realizar uma compra para a qual eu tenho total condições de pagamento.

    Dessa forma o cliente contumaz e confiável acaba por deixar de comprar. A loja deixa de ganhar, a fábrica deixa de vender e funcionários são demitidos. Não é a crise que está atacando o Brasil. O Brasil é quem está inflando a crise, assim o PIG (*) pode culpar o governo Lula.

(*) De acordo com Paulo Henrique Amorim: Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

A Abstração do Silêncio

January 26th, 2009 by Lordspy

Claro, o movimento “Cale a Boca por uma Vida Melhor” nunca vai funcionar perfeitamente. Como mencionei no post anterior, ainda existem os fatores externos. Sempre tem uma ou outra conversa paralela, ou ruídos provocados por outras fontes que a empresa, ou você, não possuem controle algum.

Nesse caso é necessário recorrer a um recurso simples e um tanto quanto recente: Música. Mas não música ambiente, pois essa em nada ajuda e muitas vezes mais atrapalha e acaba sendo considerada um Ruído.

Digo de uma música pessoal, não, isso não tem nada a ver com um projeto que participei quando ainda aluno na UFU, isso tem a ver com uma música que você e apenas você escuta. E para isso existem os fones de ouvido e, hoje em dia, os MP3 players, pelo menos os que oferecem um volume adequado para não se ouvir mais nada fora. Com isso conseguimos isolar os ruídos externos e eliminá-los de forma bastante eficiente.

Mas alguns de vocês podem estar indagando que, com isso, o nível de ruído aumentará, pois você criará barulho para não ouvir barulho de fora.

Devo concordar que há a criação de barulho para não se ouvir outros tipos de barulho… porém, podemos considerar esse um modelo clássico de abstração do silêncio. Você isola o ruído não previsível por produzir ruídos previsíveis, ou seja, aquilo que você quer escutar e que, provavelmente, você já está acostumado. Dessa forma, seu cérebro sabe antecipadamente o que vem pela frente de distrações para poder ignorá-las e trabalhar em um ritmo melhor que sem o “silêncio artificial”, porém ainda pior que o “silêncio natural”.

Ok, o “silêncio natural” também é meio falso, pois ainda há aqueles ruídos que você produz… mas, é o que você produz, não o que os outros produzem, o que acaba caindo no mesmo caso do exemplo com a música.

Outro problema que pode surgir nesse modelo é quando a empresa não usa os conhecidos programas de Mensagem Instantânea para se comunicarem, pois quando alguém quer conversar contigo, ele invariavelmente terá de chamar-lhe a atenção por outros meios que não o sonoro, como o físico, por exemplo e isso certamente irá tirar-lhe a atenção. Tem também a questão de telefones tocando. Seja o seu ramal ou alguma chamada para você, haverá de ter uma forma diferente que a sonora. Uma luz piscando e uma indicação de quem liga é bastante viável, mas para isso o telefone terá que estar bem à sua frente.

E por que um programa de Mensagem Instantânea? Simples, quando você está ocupado por que está produzindo, lembrando, usando raciocínio lógico/matemático, você não quer ser interrompido, mas ainda pode ser alertado, pois às vezes é uma resposta a algum problema que você espera e que decerto aumentará a sua produtividade por te responder a algumas perguntas. Essa categoria de programas de comunicação fazem exatamente isso. Eles te avisam que alguém quer falar com você, mas você não precisa ver ou responder de imediato, ao mesmo tempo que te indicam quem está disponível para conversar naquele momento.

E não adianta. E-mail deixou de ser algo útil a tempos.

E comunicação externa é fundamental. Empresas que bolqueiam isso como justificativa de “segurança da informação”, claro, não as de segurança estadual/nacional, mas empresas particulares, que tem como objetivo o lucro, essas empresas são tão somente paranóicas. Por exigir esse comportamento com essa justificativa, tais empresas estão fazendo exatamente o contrário, alem de favorecer alguns, mas isso é obra para outro post.

Futuro Incerto

January 23rd, 2009 by Lordspy

Procrastinando, como sempre, após o almoço no trabalho, percorrendo as notícias num dos portais do PIG (*), de canto de olho vejo o título de “Galeria de Fotos do Dia” e, como é dito que uma imagem vale por mil palavras, às vezes me impressiono com esse tipo de arte moderna, a fotografia, que nos produzem, muitas vezes, espetáculos fantásticos, como os vistos na seção “Imagem do dia” da Wikipedia, mas volto ao assunto e a imagem mostrada de chamariz para tal galeria é a de uma menina que se recusa a entrar em seu 1o. dia de aula o que, apesar de não ser no Brasil podemos, claramente, co-relacionar as idéias a serem apresentadas nesse post com esse fato, mesmo aqui em nosso país, nos faz, para aqueles capazes disso ou dispostos a, pensar sobre o porque dessa imagem ser tão comum.

Me lembro de quando pequeno, ainda na pré-escola, uma das cenas que não me sai da cabeça era a de um colega literalmente “esgoelando” por que não ficaria com a mãe e por isso não queria assistir aulas. Essa é uma cena bastante comum e está diretamente ligado ao modelo educacional dentro da própria família. A mãe protege a criança de muitas formas e quando apresentada a um ambiente estranho, não necessariamente hostil, a criança se sente desconfortavel e, por não conseguir discernir desconforto de medo, a criança deseja a proteção da mãe. Provavelmente eu também tenha feito isso, talvez uma ou duas vezes, não tantas quanto esse meu colega, me lembro de outros também e é algo que podemos aceitar por ser fruto de um modelo comportamental saudável em princípio. Porém, podemos, também, levantar outro modelo de disrupção comportamental a um meio que se não ajuda, pelo menos não deveria poder atrapalhar. Digo, obviamente, a respeito da TV. Principalmente dos programas voltados para o público infantil. Não é difícil observar programas infanto-juvenis atuais em que jovens e mesmo crianças são literalmente torturados em escolas e para isso precisam, para resolverem seus problemas, recorrer a meios não ortodoxos como: “guia de sobrevivência”, “fadas”, “instinto/comportamento animal”, dentre outros. Tais desenhos estão mais direcionados aos adultos que às crianças. Não refuto que a escola seja um ambiente hostil, de fato ela o é, porém é necessário entender que, para aqueles que está iniciando sua vida escolar, passar a imagem de que a escola é um ambiente hostil é justamente passar a imagem errada sobre o modelo educacional, embora alguns amigos e eu consideramos que “só a violência educa” (e por violência não especificamos necessariamente a física), é responsabilidade da escola administrar a aplicação de tal “violência”, dos pais de amenizar os efeitos colaterais através da educação e para aqueles que me perguntam onde entra a TV eu lhes digo: Assistam e divirtam, mas cuidado com qual idéia você e seus filhos estão apreendendo por ela, isso não só pode, mas certamente será um grande problema para vocês. De preferência, leiam livros. É mais saudável.

Porque então não fazemos animações sobre como é um “porre” o ambiente de trabalho? Quem sabe assim as crianças ou roteiristas não começam a pensar em novos métodos para fazer com que o ambiente de trabalho se torne interessante.

Quanto a mim, eu gosto de estudar e aprender… portanto, de certa forma, podemos dizer que sou masoquista… mas não no sentido físico apresentado à definição. TV, eu sei o que assistir nela. Infelizmente, para assistí-la, o tempo não me permite, o dinheiro não é suficiente para eu ter os canais que quero e a ética (pelo menos a pouca que possuo) me impede de tê-lo. Trabalho, já trabalhei em ambientes de trabalho interessantes, mas às vezes um superior (A.K.A.: chefe) é suficiente para quebrar todo o interesse e rebaixar o status para estressante.

(*) De Paulo Henrique Amorim:

Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista”

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In English soon Available.

Análises e Levantamentos de 2008

January 22nd, 2009 by Lordspy

Certo, 22 dias após a completa 2008a. revolução da Terra de acordo com a definição católica, o primeiro post do novo ano. E Feliz 2009 para vocês, por que eu sei que para mim é preciso.

2008 foi um ano de mudanças. Algumas eu até diria que drásticas, mas era apenas uma questão de tempo.

Iniciei o ano trabalhando como sempre, prestando consultoria em arquitetura e programação Java + Web, mas sempre com aquele gostinho de querer tirar férias remuneradas, apesar que a empresa, em questão, oferecia algo como férias para os funcionários, essa não era remunerada e voltaremos a esse assunto mais tarde.

A primeira grande mudança foi o fato de eu abandonar o vício do tabagismo. Ou seja, seria algo equivalente ao popular “parei de fumar”, embora não tenha parado de vez, pois ainda aprecio um charuto ou um narguile. Disse corretamente e reafirmo, abandonei o vício, não o tabagismo, ou seja, já não fumo mais cigarros comuns.

E a outra grande mudança foi minha mudança de emprego. Como quero realizar uma viagem a alguns países do leste europeu, a saber, principalmente à Rússia, férias remuneradas seriam muito bem vindas. Outra coisa que me incomodava era o fato de não haver uma perspectiva de crescimento dentro da empresa, embora o ambiente de trabalho fosse bastante agradável e o tipo de trabalho me agradava. Por isso fiquei contente ao receber uma ligação de um amigo que me indicara a uma vaga CLT em uma empresa de prestígio, perguntando se me interessava. Finalmente troquei de emprego e 3 meses após percebi o grandioso erro que cometera. Vocês, que gostam de produtividade fujam de empregos de prestígio. O nome da minha função é pomposo. O serviço é tudo aquilo que eu detesto e justamente o motivo contrário que me fez fazer Ciência da Computação.

Financeiramente, vamos lá… está no azul, estou já me preparando para a viagem dos meus sonhos. Pessoalmente, estou sem tempo para fazer nada. Ter que entrar às 9 e sair às 18, sendo que o mercado e serviços também funcionam nesse mesmo horário é uma coisa estranha. Principalmente considerando que aqui em SP, para uma família conseguir se manter, ambos do casal devem possuir emprego, ou seja, qual o horário para realizar os afazeres pessoais? Hobbys, então, nem pensar… meus hobby’s em 2008 se restringiram a jogar video-game (e organizar as jogatinas-nerd) e assistir aos shows de meus amigos na Hi-Five.

O trabalho novo me deu uma nova perspectiva sobre um assunto que eu especulava e me fazia depreciar os modelos que eu já conhecia… obra para o próximo post.

Resultado:  Financeiro: Bom: ótimo só quando eu ganhar na mega-sena acumulada

Pessoal:  Regular: me cansei e creio que o stress está começando a me pegar…

Profissional: Fraco: Na empresa não consigo trabalhar e além disso, aquilo que gostaria de aprender, não posso por que eles não deixam. Estou virtualmente incomunicável (no meio social nerd), por isso um telefone 3G será uma ótima aquisição para mim. E estou bastante desapontado, pois tenho que trabalhar com pessoas e não mais com máquinas… ou seja, meu curso se tornou algo inútil perto do que preciso fazer na empresa. Um cursinho de 2 anos numa dessas faculdades de fundo de quintal seria suficiente, mas para ter o cargo que tenho, tem que ser de univ. pública. Pelo menos pra chamar a atenção… os outros, não funcionários, consultores, que estão por toda a parte aqui, estes podem ser de FAFUQUI’s da vida, afinal, eles não contam.

Balanço geral: Regular-

Pra 2009:  -Fazer minha viagem é prioridade;

-Voltar a tocar violino: Já comprei um monte de coisas pra voltar a praticar… agora é ter disposição quando chegar em casa… esse último é que está difícil… :1( ;

-Emagrecer ( tou quase nos 3 dígitos… tá na hora de perder um tico);

-Não me estressar com o trabalho (isso vai ser difícil);

-Pavimentar meu caminho para o doutorado (em 2008 já dei o 1o. passo… tenho que retomá-lo);

-Viajar com mais frequencia;

-Manter constantemente o Stage Of Rock.

Deve ter mais coisas, mas não me lembro muito bem agora. E para vocês, que me acompanham, um Feliz 2009.

Socuerro & Stage of Rock

December 12th, 2008 by Lordspy

Alguns de vocês sabem que esse não é o único canto onde eu coloco minhas idéias. O segundo canto, porém, não é algo que se deva levar a sério. Um pouco de diversão, muitas vezes, consumido ou produzido, é necessário para tornar a vida menos sofrida.

Por isso mesmo, para aqueles que não conhecem, o segundo canto é o “Socuerro – Mi Cueca Cuela no Errtá Helada”. Como o próprio título diz, para aqueles que não se aperceberam, é um blog onde falamos uma língua parecida com o portunhol, denominada e criada, por nós, como Errpañuel. Para rir um pouco ou descontrair, vale uma olhada. Para criticar nosso conhecimento da língua espanhola há os comentários, mas isso feito sumariamente será ignorado.

Ah sim, o endereço é este: “www.cuecacuelahelada.blogspot.com”, embora pretendamos mudá-lo em breve. Sim, o blog é comunitário e para os sempre existentes “reclamões”, sim, há, na comunidade que lá contribui, estudantes de espanhol. Conhecedores de fato, por enquanto, não sei, mas certamente haverá.

Hoje, creio que poderia eu pedir “Socuerro”, iniciei o processo para começar mais um canto. Muitos aqui sabem do meu interesse por música. Poucos talvez saibam que eu toco, ou tento, violino. Todos deveriam saber que eu gosto de diversos movimentos do estilo de música denominado Rock & Roll, além, é claro, de Jazz, Blues e, para tocar violino, não poderia faltar o que se chamam, os menos sabidos, de música clássica, que, de fato, rotula-se “Música Erudita”, sendo o “Clássica” apenas um dos diversos movimentos que a compõe… e “Barroco”, apenas para informação, o movimento que mais me agrada.

Sim, Rock & Roll possui diversos movimentos e não, não são todos que me agradam. Não criarei atritos, pois sei como são os ânimos desses que, como eu, gostam desse *ahem* estilo de vida.

Portanto, mais um canto crio eu hoje, provavelmente já disponível por volta de uma semana após a publicação deste. Stage of Rock é seu título, para falar, claro, de Rock & Roll, o estilo de vida, os artistas, opiniões e impressões, algumas sacadas sarcásticas e me divertir um pouco escrevendo, dessa vez freqüentemente (ainda com tremas), sobre algo que sei que gosto… e sei que tenho assunto para falar.

E porque não escrever aqui, sobre isso, freqüentemente. Simples caros leitores, esse é um espaço para divagação filosófica em busca do conhecimento supremo, aquele que leva à loucura… portanto, música e hobby, apesar de ajudarem em tal busca, não são as ferramentas totalmente adequadas para alcançá-lo.

Dessa maneira, estão, vocês leitores, convidados a conhecer o palco do Rock… www.stageofrock.com, certamente disponível em 2009.

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Some of you knows that this is not the only corner where I put my ideas. The second one, however, is not something to take seriously. A little bit of fun, many times, consumed or produced, is needed to make life less miserable.

That’s why, to those who don’t know, the second corner is the  “Socuerro – Mi Cueca Cuela no Errtá Helada“. As the title itself states, to those who yet do not realized, it is a blog where we “speak” a language that seems like portuñol, a derivant of portuguese and spanish together, created and entitled, by us, as Errpañuel. To laugh a little or have fun, it is worth while to pay a visit. To criticize our knowledge concerning the spanish language, there is the comment system, but done that it will be promptly ignored.

Oh, sure, the address is: “www.cuecacuelahelada.blogspot.com”, although we intend to change it soon. Yes, that blog is a communitary one. And for the allways present complainers, yes, in the posting community, there are spanish students. People who really knows the language, for now, not, but soon, for sure.

Today, although I think I can cal for “Socuerro”, I have begun the process to start another corner. Many here knows my interest towards music. A few, however, may know that I play (or try to) violin. And every one here should know that I really enjoy several movements of the music style entitled Rock & Roll, beside, of course, Jazz, Blues and, to play violin, I couldn’t miss the what the less knowledgeable calls “Classical Music”, although “Classical” is just one movement of this stile, correctly entitled erudit music, whose movement I enjoy the most, just for information, is the “Baroque”.

Yes, Rock & Roll has several movements and no, not all of them pleases me. I shall not start a fight, for I know how are the moods of these who, as me, enjoy this lifestyle.

Therefore, one more corner I start today, probably available by the end of january. Entitled “Stage of Rock” to speack, of course, about Rock & Roll, lifestyle, artists, opinions, impressions, some sarcastic facts and have a little fun writing, this time more often often, about something that I know I enjoy… and know I have a lot of subject to talk.

And why not write here about it. Trivial, dear readers, this is a space to philosophical divagation in search of the supreme knowledge, that one which brings to insanity… so, music and hobby, although help in such quest, are not quite the adequate tools to reach it.

This way, readers, you are invited to, soon, know the stage of rock… www.stageofrock.com, byt the end of January, in 2009.

Êxodo de Mentes / Minds Exodus

December 5th, 2008 by Lordspy

Ainda me lembro, fresco na memória, de quando pequeno meus pais se preocuparem que eu não me comunicava ou não me “enturmava” com outras pessoas, a saber, principalmente, meus colegas de escola, enquanto que com pessoas mais adultas, pois freqüentemente (sim, ainda com tremas) acompanhava meus pais saírem com os amigos deles (padrão da nossa família, sou boêmio desde cedo), conversava bastante, pelo menos, ao que me lembro, quando já tinha uns 10 anos de idade.

Não era por menos, aos 6 anos já me interessava, mais me entusiasmava, por video-games, essa maravilha moderna, caixa mágica que faz coisas aparecerem do nada na TV, enquanto os outros estavam ainda nas brincadeiras de ciranda. Aos 7 eu já me interessava por programação e os outros estavam no pique-esconde ou iniciando as aulinhas de judô (que poderiam me ser muito úteis também…).

Enfim, meus interesses eram mais sofisticados ou avançados e os interesses deles, comuns demais, por isso a distância, pois em nada me agregava.

O tempo passou, fiquei assim, quase solitário, em relação às pessoas de minha idade por muito tempo, até me “enturmar” com um grupinho que gostava de Rock & Roll, um estilo de música que me fascinou a partir dos 8 anos de idade, coincidentemente (na verdade, intencionalmente) o ano do 1o. Rock In Rio. Claro, gerou especulações. Aos 15 anos, no interior de SP, cidade de 30 mil habitantes, Rock era (e ainda é) coisa do demônio e apenas marginais desqualificados apreciam. Enfim, conheci um novo mundo, mas sábio o bastante para adentrá-lo apenas o suficiente de modo a não atrapalhar minha saída daquela terra, minha terra natal, a qual não falo com orgulho.

Finalmente saí, e novamente, outras pessoas, em outra cidade, ao cursar o “cursinho”, curso preparatório para o Vestibular, bastante pessoas interessantes e, nesse momento, vejam, peguei o gosto de estudar um padrão que, se me permitem, passo a chamar de etimológico, o comportamento das pessoas e caracterização. Claro, há de se convir, é mais agradável ter a companhia daqueles que vão te agregar em algo e que você também possa agregar do que a daquele que apenas drena tua experiência. Saber com quem fazer amizades é um passo importante.

Ainda assim, TV me era enfadonho, assistia à TV Cultura, e ainda apenas a alguns programas, rádio, apenas músicas encomendadas (sim caros leitores, rádio não se toca o que o programador gosta. Bem, sim, se toca, mas é tão raro quanto encontrar um pingüim, ainda com trema, no Goiás). Os meios de comunicação em nada nos, e para explicar esse “nós” e que esse post aqui está, comunicavam.

Já na Universidade, sim, com U maiúsculo, pois a que eu cursei sei que merece, tomei conhecimento e contato com a saudosa e extinta Bitnet, uma rede de comunicações por Frame Relay (para os interessados em informática) que ligava todos os centros de pesquisa do mundo, a qual fiz vários amigos no Brasil, Holanda e Estados Unidos por exemplo, pesquisadores e estudantes universitários com alguma atuação em pesquisa.

Posteriormente surgiu a “já surgida” Internet, de fato ela apenas fora disponibilizada aos que já tinham acesso à Bitnet, mas ainda assim, surgiu e pude conhecer um mundo um pouco mais vasto através dos IRC’s e quando pudemos, nós, meros mortais, termos acesso à ela, me aventurei nos IRC’s da vida e conheci bastante gente interessante, no começo, quando todos achavam esse negócio de Internet (ou de computador) muito difícil.

O uso do computador fora facilitado (obrigado Bill Gates… todas as maledições do mundo jamais expressarão essa “gratidão” que tenho por ti), o acesso à Internet e o uso de seus recursos também. IRC tornou-se enfadonho, pois, devido à “qualidade” da maioria dos participantes, cada vez mais o assunto em voga era sobre mediocridades. Páginas interessantes tornaram-se enfadonhas, pois cada vez mais, mais pessoas que apenas propunham um modelo medíocre passaram a participar das mesmas, blogs, esse que vós ledes já iniciando tarde, para deleite de poucos e desespero meu, com assuntos cada vez mais inócuos, espero que não este. E cada vez mais observo que pessoas inteligentes abandonam tais meios e/ou buscam aqueles cujo acesso ou uso é mais complexo.

É fato, portanto, que as mentes, as que pensam, pelo menos, realizam um êxodo dos meios de comunicação com menor densidade de relevância e utilidade para os de maior densidade de utilidade, que possuem uma dificuldade de uso diretamente proporcional à relevância dos assuntos comentados.

Pessoas inteligentes, ao contrário do que se pensa, se sociabilizam sim, porém toda sociabilização possui seu limiar. Infelizmente a maioria não tem a capacidade de perceber isso, fazendo com que a massa com massa cinzenta se separe para agregarem-se em um meio mais exclusivo.

Seria essa a força motriz da humanidade, fazendo com que o modelo de comunicação dos menos capazes de raciocínio force os mais capazes (ainda, de raciocínio/inteligência) a buscarem novos modelos, mais complexos, para se comunicarem e sociabilizarem?

Da forma como está, creio que futuramente esse meio passará a ser novamente a carta manuscrita, pois acredito que já atualmente poucos saibam escrever correta e decentemente.

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I still remenber, fresh in my memory, of when I was small my parents concerned thar I did not talked to or befriended with other people, knowingly, mainly, my school mates, meanwhile with older people I talked a lot, since, at least, when I was 10.

Nonetheless, at 6 I was already interested, more enthusiastic in fact, for video-games, this modern marvel, magic box that create things on TV, meanwhile others still played childish (too childish) games. At 7 I already interested for programming and did my attempts in basic languages, meanwhile others at the same age was still playing hide and seek or tag or in Judo classes (this last one could have benefited me as well…)

So be it, my interests were more sofisticated or advanced and their interests too usual, therefore the distance, because nothing from them aggregated myself.

Time passed and I got this way, almost solitary, in relation to people at my age, for quite a long time untill I befriend with a group of people which enjoyed Rock & Roll, a music style that fascinated me since I was 8. Sure, speculations were created, after all, at 15 years, in a small town in Brazil, with 30 thousand inhabitants,  Rock & Roll was (and still is) the “demon thing” and just the scumm enjoyed it. However I met a new world, but I was wise enough to get into it just enough such my exit of such town was not prevented due to accidents.

Finally I exited and, again, other people, other town, in a preparatory course before Univesity, lots of interesting people and, in this moment, I got the taste of studying a pattern to learn the behaviour and character of people.

I may not be a psychologist, but we must admit, is much more pleasant to have the company of people who will eagerly exchange knowledge than with just the ones who will use you. Know who to befriend is an important step.

Still, TV was boring, I watched just a culture channel, and yet, just some shows. Radio, with their bough programs (yes, record companies or groups buy space in radio so they can play. It is not as the taste of the programmer… well, sometimes it is, but it is as rare as find a penguin in sahara desert). The comunication mean nothing comunicated us. And to explain this “us” is that I write this.

Already in the University I knew and used the extint (and misses) Bitnet, a computer comunication network connecting all research center in the world, where I’ve made friends in Brazil, USA and Holland, for instance, all of them Researchers or Students connected with some research field.

Afterwards we got access to the Internet, just available to some people, but yet we could chat, through IRC, a more vast world, meeting a lot of interesting people in the beginning, when people though that this thing called Internet (or computer) was too difficult to use.

The computer usage and usability got easier (thanks Bill Gates, all swearings in world would never express this “gratitude” I have for you), the access to the Internet and its resources too.

IRC became boring due to the “quality” of the most of users, because each time subjects of the conversations were more and more mediocre.

Interesting pages became boring, because as more people with a mediocre mind-model use and participate in such. Blogs, this one that thou read, starting already late, to my despair and some people delight, with more and more hollow subjects (I hope not this one). And each time I see more and more interesting people leaving such means and/or seeking those which access and usability is more complex.

So, it is fact that minds, at least the ones who think, realize an exodus in the communication means with less utility relevancy density to the ones greater utility relevancy density , which have a directly proportional usability difficulty to the commented subject relevancy.

Differntly of what people think, inteligent people do socialize, however, every sociabilization has its threshold. Unfortunatelly the most of people are not able to realize it, making with the mass, with brains, leave them to aggregate themselves in a more exclusive environment.

Would be this the moto of humanity, making that the comunication model of the lesser ables of thinking force the most capable to seek new models, more complex, to communicate and socialize among themselves peacefully?

The way it is I believe that futurelly such means may be, again, the written letter, because I believe that, already nowadays, few still remember how to write correctly and decently.

 

The Easy Way

November 4th, 2008 by Lordspy

O interessante em estarmos no “Fundo do Poço”, conscientemente escolhendo esse trajeto para o planejamento da ascenção futura, é que podemos claramente observar as tendências da sociedade e como a mesma se comporta nas circunstâncias básicas em relação ao objetivo de se ter uma vida “tranquila”.

É fácil percebermos aqueles que querem isso, basta observarmos, em nossos respectivos empregos, aqueles que adulam os superiores, buscando uma promoção fácil (ou um aumento de salário, que seja), sem se esforçar em melhorar a qualidade de seus feitos, melhorando, assim, seu conhecimento e merecendo, portanto, o cargo ou aumento desejado. Compensação não pelo esforço, mas pelo conhecimento adquirido.

Me voluntariei para atender a um dos cursos oferecidos na empresa onde trabalho, pois a mesma possui um instituto educacional. O curso em si, no que diz respeito à disciplina matriculada, é bastante fraco. Francamente, não haveria sequer a necessidade do mesmo, porém, empresas associadas ou que utilizam a que eu trabalho como meio acabam por premiar os funcionários que possuem o certificado do referido curso, certificado esse que sequer fui retirar. Talvez o faça amanhã, que para vocês, provavelmente, já terá sido.

Mas fugi do tópico. No mesmo instituto via-se diversas pessoas cursando outras disciplinas. De fato, cursando outros cursos, já que cada disciplina, por si só, é um curso. Ao conversar com uma garota fiquei sabendo que ela era Arquiteta, mas estava cursando para mudar de área e poder trabalhar na área de investimentos por ser mais rentável.

Curioso é como uma área, na qual a pessoa nada sabe, faz com que a mesma acredite poder alcançar facilmente uma estabilidade financeira iniciando por um curso que, apesar de diferir do que cursei e nada saber sobre, tenho, cá eu, minhas dúvidas.

Fosse assim, cursasse economia e liberasse tua vaga na universidade, provavelmente uma particular de segunda ou terceira categoria, para alguém realmente interessado. E assim, ao invés de se aperfeiçoar e podermos, talvez, termos uma representante no genero feminino do porte profissional de um Oscar Niemeyer, teremos apenas alguém que pode estar rica no momento, mas é tão vazia quanto os pastéis de vento que costumávamos encontrar em feiras antigamente. (A concorrência aumentou e os pastéis hoje tem menos vento).

Chamemos esse de perfil 1 (um), para uma comparação futura. E considero esse um dos extremos.

Assim como o caso previamente descrito, cito agora o de dois amigos, um deles reconhecidamente inteligente, com um mestrado em conceituada universidade, na área de Ciência da Computação, o outro, uma amiga, psicóloga, inteligente, talvez não como o primeiro, mas cuja potencialidade não posso negar, pois a conheci bem quando participávamos ativamente do movimento estudantil. Ambos buscando um emprego no funcionalismo público, estudando para prestar concursos. Ficamos, portanto, certamente, sem dois profissionais que, acredito eu, poderiam contribuir de forma significativa os meandros do conhecimento profissional e do valor trabalhista brasileiro.

Chamemos esse de Perfil 2 e analisemos ambos e seus impactos na sociedade brasileira.

O primeiro perfil, o de investidor, promete altos ganhos, com pouco investimento, porém com alto risco, sem julgar genero, profissão (prévia), escolaridade ou outros atributos que o mercado de trabalho deveria se propõe a julgar. O aumento desse tipo de profissional afeta diretamente o mercado por proporcionar um aumento na demanda, seja de compra ou venda, camuflando o que poderíamos rotular de “valor real” da representação de uma entidade (empresa, conglomerado, etc.) no meio, o que, por vezes, tal camuflagem torna-se tão incompreensível (ou natural) que quando se percebe o real valor é tarde demais para atuar num sentido de correção que não afete a sociedade de um modo geral, provocando o que chamamos de crise econômica. Isso se agrava ainda mais quando alguém de capacidade cognitiva duvidosa, para tal fim, pois pode-se muito bem possuir uma capacidade cognitiva ou criativa para se destacar em outras áreas que não a de investimentos, se propõe a atuar na área. Esse perfil me preocupa, pois são justamente as pessoas que nele se enquadram que atuam diretamente na economia senão do Brasil, mundial. E isso é prejudicial àqueles que querem realmente levar uma vida na qual o objetivo é ser reconhecido pelo seu conhecimento, obtido devido a esforços, em sua respectiva área de atuação.

Dito isso, analisemos o segundo perfil, um tanto quanto proporcionalmente inverso ao primeiro, aqueles que buscam o funcionalismo público tem por objetivo um emprego estável, com pouca probabilidade de ser demitido, ou seja, há uma segurança, em contraposição ao risco, porém, o ganho é proporcionalmente menor em relação ao primeiro, pois há que se observar, no segundo perfil, diferentemente do primeiro, não há o risco de perdas. E assim como no primeiro, profissionais que seriam ótimos psicólogos ou “Cientistas da Computação” (abstraiam, por favor. O termo e ramos de atuação na área possuem diversas variações e citá-as aqui tomaria mais caracteres que essa explicação) deixam de atuar. Num sentido geral, a sociedade perde em ambos os perfis e em mais um, um terceiro perfil, aquele que realmente deveria ser o modo mais fácil de se viver, ou de se levar a vida.

O terceiro perfil é aquele que diz respeito justamente às escolhas realizadas para atuação na área de conhecimento. Uma pessoa pode ter errado em escolher arquitetura, ou Ciência da Computação, ou psicologia (não sei se o nome das áreas, de todas, devem iniciar em maiúsculas, mas sei que para Ciência, assim como para a área que a designa, o uso de maiúsculas é obrigatório.), mas isso não justifica ela a buscar o caminho mais fácil. A probabilidade de haver uma área em que a pessoa possa contribuir para si própria e para o “Caldo Cognitivo da Sociedade” (Termo recém inventado, indica a quantidade de conhecimento produzida pela humanidade, para a mesma) é de sabidamente 100%, mesmo que essa área seja a de investimentos, mas que a informação seja transmitida. Buscar o modo mais fácil vai certamente provocar um sentimento de falta, geralmente levando à depressão, a menos que, de fato, o profissional nada espere da vida, portanto garantindo-lhe um certo nível de satisfação e a mim uma preocupação cada vez mais crescente, por perceber que os investimentos e o funcionalismo público (inclua-se a política também nessa categoria) estão às mãos de pessoas que não possuem perspectiva.

Para aqueles que querem saber minha sincera opinião sobre essas questões, digo-lhes que a pesquisa (ou o conhecimento) é o caminho, o mercado é inevitável e o funcionalismo público é necessário para a manutenção adequada da sociedade, porém, dos três, apenas a pesquisa (ou o conhecimento) se beneficia do exagero, para os outros dois há depreciação em algum nível.

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The interesting thing in being in the pit bottom, conciously choosing this way in the planning of the future ascencion, is that we can clearly note the society tendencies and how society behaves in basic circunstances concerning the objective of a (so called) “good life”.

It is easy to realize that who wants this, just note, in our respective jobs, those who flatter their supperiors, seeking an easy promotion (or a salary raise, whatever), without concerning in the effort of perfecting their deeds, perfecting, this way, their own knowledge and, therefore, deserving the promotion desired. Compensation not just for the effort, but mainly for the knowledge aquired.

I volunteered to attent to a course offered in the company I work for, because the company has an educational institute. The course, per se, is very weak. Frankly, there even wasn’t the need to have the course, however, associated companys or which uses the company I work for as means, give bonuses to workers whith such course certificate, which I haven’t even picked yet.

But, I ran away from the subject. In the same institute is possible to see other people doing other courses. Talking to a girl knew she was architect, but was changing area so she could work in the investment area because it “pays” more.

It is curious in how an area, which a person knows nothing, makes believe to be possible to easily reach a financial stability just by studying a (pseudo) course that, although diferently of the one I coursed, I have my doubts about the quality.

Be that… course economy and let another one, really interested, which probably coursed a weak university, to occupy your place in the university. So, instead of perfecting herself and become, maybe, a grandeur female architect, we should have someone that may be rich in this moment, but is so hollow as a ghost.

Let’s call this the profile 1, for a future comparison. Consider this one of the extremes.

As the previously described situation, I cite now one, common to two friends, one of them certainly a very inteligent man, with an MSc in a great university in the field of Computer Science, the other, a psychologist friend of mine, maybe not so intelligent as the first, but whose potenciality I can’t deny, because I met her exactly at the same time we were active in the political student movement. Both friends, now, seeking job as a public employee, studying to take the tests and try to get into the public work. We lose, therefore, two professionals which I am certain to be very good professionals, at least, in their respective area and contribute to the Brazilian knowledge pool.

Let’s call this profile 2, another extreme and let’s compare its impacts in the Brazilian society.

The first profile, the investor, promise high gains, with few investments, but with high risks, without judging gender, previous profession, scholarship degree or other attributes that market should judge. Raising this profile afects directly the market, the stock market, because it raises the demand, be of buying or selling, cloacking what we could name of “real value” of an entity (company, conglomerate, derivative, etc) representation in the environment which sometimes becomes so incomprehensible that, when the real value is realized, is too late to correct it such the effects do not affect the society in a broad way, provoking what we call “Economic Crisis”. This gets worse when someone with a dubious cognitive capacity, for such mean, because one can have a high and good cognitive capacity in other fields besides investments, proposes to act in the field.

This profile makes me worry, because are just the people in this profile that activelly and directly act in the economy, if not in the world, at least in the Brazilian one. And this is bad for the ones who really wants to live in which the objective is to be recognized for its own knowledge, gained through efforts, in its own field.

Said that, let’s analise the second profile, such inversely proportional to the first, the ones who seek the public employment seeks a stable job, with few probability of being fired, that is, the safety, contraposing the risks, however, the gain is proportionally less in comparison with the first profile. Because there are no loss risks.

And just as in the first profile, people, who would be great pshychologists or programmers, just cease to be. In a broad sense, society itself loses in both profile and more, a profile, the one which should be the correct, loses too, the one which really should be the easy way of living.

This third profile is the one concerning the choices made to act in the knowledge field. A person may though wrong in choosing architecture or psychology, but this do not justify choosing the “easier way”. The probability of having an area in which the person may contribute to the “Cognitive Soup of Society” (recently invented term indicating the quantity of knowledge produced by the humanity for itself) is knowingly 100%, even if such area is the investments one, but may the information be transmitted.

Seeking the easy way certainly will provoke a sentiment of missing, usually leading to depressive behaviour unless, in fact, the professional nothing wants with life, therefore granting a certain level of satisfaction and to me the concerning even higher due to realize that investments and public works (including politics) are in the hands of people without any perspective.

To those who wants to know my sincere opinion about such questions, I say to you that research (or knowledge) is the way. Market is inevitable, it must exist and public working is necessary to the correct maintenance of society, however, of all three, research is the only one which befnefits of exageration, for the other two always there is a depreciation in some level.

O Fundo do Poço | The Pit Bottom

September 12th, 2008 by Lordspy

Um homem nunca sabe o quão feliz é até descer um nível abaixo na vida…

E nunca sabe o quão infeliz pode ficar até chegar no fundo do poço…

E jamais conseguirá se destacar em sua área até efetivamente ter encontrado os limites do poço para saber como procurar o fundo.

O que poucos sabem é que o fundo do poço, ao contrário do que muitos pensam, não diz respeito à questão monetária… dinheiro é bom, ajuda, mas não é a falta dele que indicará que um está no fundo do poço.

Eu sempre odiei uma determinada área de atuação, mesmo antes de começar a universidade, pois eu sabia que tal área de atuação apresenta um certo dano, alto a se saber, a respeito do processo de evolução… e não digo apenas no quesito de evolução biológica, mas também no intelectual.

Pois então que há a necessidade de se vasculhar, apalpar tal área para determinar se esse é o poço a que me refiro, atuar nela (não por ela) até conseguir determinar os limites e então avançar cada vez mais até não conseguir ou até atingir o fundo do poço…

Bem, foi identificado… a área me rende monetariamente o suficiente, principalmente onde estou agora, pois viabiliza para que ano que vem eu consiga realizar um antigo sonho.

Porém muitos acham que o fundo do poço diz respeito à falta de dinheiro, vejam onde cheguei, não o tenho para gozar a vida sem trabalhar, mas posso realizar meu sonho. Porém, não apenas trabalho na área que mais detesto, mas trabalho na área que mais detesto, em uma empresa que visa viabilizar para que tal área possa ocorrer sem que haja interrupções, impedindo-a de ser eliminada.

Ou seja… estou ajudando a área que odeio a crescer…

Virei uma contradição… me tornei um paradoxo… cheguei no fundo do poço… agora é preparar o terreno para permitir me propulsionar adiante e para fora… e ser feliz

————————– ENGLISH —————————
A man never knows how happy he is until step down a level in life…
And never know how unhappy he might be untill hit the pit bottom…
And never will be able to be good in his own area (of work) without having found the pit limits to know how to look for the bottom.

What few knows is that the pit bottom, otherwise as many might think, does not concern the monetary issue… money is good, it helps, but it isn’t its lack that shall indicate you are on the bottom.

I’ve allways hated a specific field of work, even before the University, because I knew that such field presents a certain damage, a high one, in my opinion, concerning the evolution process… and I’m not saying as biological evolution, but in the intelect one.

So, there is the need to seek for, to touch such area and find out if it is the pit, as I refer, act on it (not by it) until be able to know the limits and then go ahead, deeper and deeper until exhaustion to handle or until hit the bottom…

Well, it was identified… the field pays enough, mainly where I’m working now, because I can fullfill an old dream next year

Therefore, as many thinks the pit bottom is about the lack of money, see where I am, I haven’t to enjoy life without working, but I can fullfill an old dream. However, not just I work in the most despicable field, according to myself, but I work in it, for a company aiming to make the field able to work “better and better”, eliminating the risk of it being eliminated (or diminished… as I think would be fair).

So be it… I’m helping my nemesis to grow up…

Have turned myself into a contradiction, a paradox… Arrived in the pit bottom… now it is time to prepare the plans to propel myself up ahead and outside… and be happy…

Nova Casa | New Home

September 11th, 2008 by Lordspy

Olá, seja bem vindo…

Finalmente estamos de volta…

Sim, sim… andei viajando, é preciso, para colocarmos algo de útil aqui, com a temática que proponho, é necessário tempo…

Mas, agora teremos…

Vejamos portanto…

Novo endereço… sim, a URL deve aparecer com outro endereço… devo pedir ao pessoal da hospedagem para arrumar isso… afinal, esse era pra ser meu endereço pessoal básico, mas domínio estacionado não fica no topo… deveria ter perguntado a meus amigos que entendem mais de rede do que eu… afinal, minha área trabalha mesmo com vetores, vértices, ocultação de linhas e faces ocultas e modelos de iluminação… bastante matemática, mas é o suficiente pro meu gosto.

(bem… na verdade não trabalho com isso… disse que minha área trabalha… e isso é diferente).

Novo Layout… ainda o pretinho básico, mas o blog engine é o WordPress, com um tema baseado no

Decayed 1.0 by Viktor Persson.

Obrigado Viktor

Sim, bem baseado… basicamente mudei apenas a imagem de fundo do topo.

Portanto, aos amigos que aqui chegaram, divulguem aos outros para a atualização (para quem quer que apontasse para o antigo).
Para os mais novos… sejam bem vindos. Apenas anotem o endereço e telefone do hospital psiquiátrico mais próximo de onde vocês estão. Talvez vocês precisem…

————————– ENGLISH —————————-

Hello, be welcome…

Finally We’re back…

Yes, yes… I’ve been travelling, it is needed, to post something quite useful here, within the proposed theme, time is needed…

But, now We shall have…

Therefore, let’s see…

New address… yes, the URL reflects this page, but yet, it shall appear a little odd, well, networking is not quite my area of interest, after all, my area works with vertices, lines, face occlusion and ilumination models all within mathematical rules… lots of math, but quite not enough for my taste.

(well… in fact I do not work with it… told you that my area does… and that’s quite different…)

New layout… still the basic black, but with WordPress as the Blog Engine, with a theme based on

Decayed 1.0 by Viktor Persson.

Thank you Viktor

Well, basically I just changed the background image. Nothing else.

Therefore friends which here arrive, spread this corner to others, if they read the former, update…

For the newcomers… be welcome. Just note down the address and phone of the nearer psichiatric hospital. You may need it…

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