Insanity Seeker

A Loucura o leva à verdade, assim como a Verdade o leva à Loucura.


A coisa mais misericordiosa do mundo, creio eu, é a incapacidade da mente humana em correlacionar todo o seu conteúdo.
Vivemos numa plácida ilha de ignorância em meio a negros mares de infinito, e não está escrito pela Providência que devemos viajar longe.
As ciências, cada uma progredindo em sua própria direção, têm até agora nos causado pouco dano; mas um dia a junção do conhecimento dissociado abrirá visões tão terríveis da realidade e de nossa apavorante situação nela, que provavelmente ficaremos loucos por causa dessa revelação ou fugiremos dessa luz mortal rumo à paz e à segurança de uma nova Idade das Trevas.
H.P. Lovecraft

O Alerta (2a versão)

October 24th, 2014 by Lordspy

Estou escrevendo esse post na escrivaninha enquanto estou dormindo na cama… Não posso me dar ao luxo de encontrar comigo mesmo consciente… ambos.

Eu vim do futuro para lhes alertar, por pouco o candidato da grande Mídia não vence as eleições.

Precisamos (e devemos) nos esforçar na militância e não baixar a guarda.

O alívio, ele perdeu. A candidata que apoiei venceu, não com folga, mas isso não implica que estamos seguros ou tranquilos.

Percebam o movimento da grande mídia: Publicação massiva de acusações sem provas concretas, manipulação de informações para que a percepção do grande povo, aqueles que parcamente precisam do estado, seja tendenciosa a seu lado.

O governo, não apenas o partido ou o candidato que está governando, o conceito de governo, perde a credibilidade dia a dia e nada está sendo feito.

Claro, os programas sociais são mantidos, alguns foram estendidos, pois mais e mais pessoas conseguem ingressar na sociedade de fato. O povo brasileiro, não aquele que nos representa, aquele que representa mais de 80% de nosso País, está avançando, melhorando e a passos largos.

Alcançamos, mundialmente, níveis invejáveis de desenvolvimento social, embora tentam demonstrar o oposto. Mas existem problemas, sempre existiram, porém eles estão sendo exagerados pela grande mídia… e pior, simplesmente ignorados pelo cidadão.

A situação demonstrada por um factóide vídeo que circulou por esses dias sobre o Brasil do futuro com Dilma, com um que se diz comediante e com o título de república bolivariana do brasil, é simplesmente inexistente e tosca. Industriais e comerciantes estão conseguindo contratar muito mais trabalhadores, principalmente porque mais pessoas passaram a ter o poder de compra. E muito porque conseguiram uma estabilidade do status social que precisavam.

A militância que queria a candidata e principalmente a que não queria o candidato da grande mídia aparentemente exauriu suas forças, pois nenhuma cobrança efetiva é feita. (Também, considerando o baixo nível das campanhas, sejam as oficiais ou extra oficiais, até mesmo eu precisei de umas férias!)

Se nada for feito, nos aproximamos bastante de um golpe. Portanto você, militante, exija soluções, cobre justiça, mantenha a vigilância.

Não apenas esse governo é para nós, mas nós fazemos parte dele, nós o compomos e temos nossa obrigação de zelar por ele.

Ou então, o cidadão perderá o interesse pelo conceito de governo. E então o conceito de Caos ficará bem claro para nós, assim como foi para os pais ou avós de alguns e isso recairá também àqueles que não queriam tal governo.

Seja diligente, seja íntegro, participe e principalmente, nunca confie em apenas uma fonte de informação, nunca confie em informações que caluniam com acusações sem prova ou apenas pela palavra de um ou outro, lembre-se: Pessoas mentem. Nos ajude a prevenir o caos que se principia.

Eu apoiei #‎Dilma13 nessas eleições e me orgulho disso, não foi ela quem iniciou esse princípio de caos, mas suas competências e compromissos afastaram de prevenir que a situação chegasse a esse ponto…

Acreditem em mim… vim do futuro… eu tenho um Capacitor de Fluxo pessoal… a foto prova o fato!

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O Alerta

October 24th, 2014 by Lordspy

Estou escrevendo esse post na escrivaninha enquanto estou dormindo na cama… Não posso me dar ao luxo de encontrar comigo mesmo consciente… ambos.

Eu vim do futuro para lhes alertar, O cantidado da grande mídia brasileira ganhou, venho de um Brasil sucateado, com o caos dominando, a polícia, o modelo despreparado da de São Paulo, se transportou para o da Federal e podemos imaginar o que se sucedeu.

Aos poucos fomos perdendo nossos direitos em prol de empresas privadas. Educação, vai para quem pode pagar mais, saúde, idém. E com esse cenário, poucos são os médicos capazes, se é que existe algum, todos os que conheço e que estão no País tem interesse apenas em quanto irão receber para te salvar do infortúnio da doença. Foram construidos guetos para que os pobres, com seus doentes, não se misturem aos que tem condição de pagar um médico… eles não querem ter que pagar novamente para tratar uma doença que possa ser transmitida. Mas pagaram por isso, agora nem sequer a escrava… digo, empregada doméstica, mais podem ter, a não ser que more com eles e eles paguem por sua saúde, o que lhes saia muito caro. Não existem.

Com o despreparo das polícias, salvo alguns estados, e manifestações ocorrendo, podemos imaginar o nível de violência. Pessoas mortas nas ruas. Em São Paulo o cenário é impossível. A falta d’água se agravou e não é possível limpar o sangue que pinta o asfalto e a calçada. O cheiro, insuportável.

Mesmo aqueles que se julgavam abastados hoje passam fome. Seus filhos, por mais que se esforcem nos terríveis centros de educação que eles podem pagar, não conseguirão ingressar numa boa universidade aqui no País. Não tem dinheiro para bancar saúde + moradia + despesas com alimentação e ainda a faculdade. Alguns poucos se sobressaem e conseguem, via carta, ou e-mail enviado da lan-house do bairro (ou gueto, que é mais apropriado), pois não tem como pagar Internet ou ter um computador em casa, se comunicar e provar a faculdades de Países estrangeiros para estudar, com bolsa (100% pago + moradia + ajuda de custo) e assim conseguir dar uma vida menos pior para sua família.

Economia… as estatais foram vendidas, todas as reservas econômicas que podia vir desses recursos estão nas mãos de especuladores estrangeiros e o pouco que está no País, concentrado nas mãos de quem governam e óbvio que não querem mudar essa situação.

Transporte público… na verdade, coletivo, pois a única coisa que é pública é a situação caótica, é precário e quem tem carro mal tem dinheiro para colocar gasolina… o mantém como troféu ou lembranças de uma boa época…

Adoraria que isso não acontecesse…

eu apoiei #‎Dilma13 nessas eleições e me orgulho disso, não foi ela quem promoveu esse caos…

Acreditem em mim… vim do futuro… eu tenho um Capacitor de Fluxo pessoal… a foto prova o fato!

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O valor do Silêncio (repost)

October 12th, 2014 by Lordspy

É impressionante como a sociedade perdeu completamente a noção de tato e razão perante algumas práticas necessárias à realização de tarefas que exigem determinados tipos de disciplina.

Exemplifico justamente com aquilo que dará o teor das idéias que me levaram a colocar tal título. Tarefas que exigem raciocínio, como projeto de sistemas, no meu caso, computacionais, mas podem ser de engenharia, médicos, educacionais, dentre outros.

Me lembro muito bem quando, na escola, nos era exigido silêncio enquanto, em uma tarefa exigida, projetávamos algo que exigisse tal capacidade e sobre isso faço-lhes uma pergunta.

Caso você trabalhe, como profissional, em uma empresa que demanda tarefas que exigem raciocínio lógico/matemático, me diga, qual o nível de ruído no seu ambiente de trabalho? Digo no escritório, não em sua própria casa, caso você tenha um trabalho home-office?

Não é difícil imaginarmos, principalmente aqui no Brasil, como é um ambiente de trabalho comum nas empresas ou departamentos de engenharia ou informática. Escritórios abertos com baias é o mínimo. E então percebemos: telefone (nosso) tocando, telefone (do vizinho) tocando, vizinhos conversando, chefe conversando com vizinho, entra e sai, barulho da impressora. Esses, apenas ruídos provocados internamente, porém, podemos também acrescentar, numa cidade grande, como São Paulo, o ruído de ônibus, de carros, de alarmes disparando, etc.

Depois perguntam, a nós, que trabalhamos usando a cachola, porque temos estresse? Porque ficamos irritadiços? e o pior: Porque o projeto está atrasado? ou Porque não funciona direito?.

A essas, a resposta pode não ser simples, mas, para as duas últimas, ambas tem um ponto em comum: o Silêncio. Ou melhor, a falta de. Pode não ser essa a causa principal, mas, decerto, acaba, por muitas vezes, se tornando o gatilho para algo que, com muita frequência, vem a nos causar mal.

Portanto estou levantando um mote: Em favor do silêncio para a produtividade: Calem à Boca, Usem e-Mail ou instante messenger… hoje temos whatsapp e smartphones e isolem acusticamente o ambiente… fica assim apenas o som dos teclados. Lancemos, pois, o movimento: “Cale a Boca para uma vida melhor”.

The boss cheat

May 12th, 2014 by Lordspy

After a hideous amount of time I finally got the time (and guts) to write here…
Work and studies (as well as non virtual social life) has kept me busy and this adventures has presented me with some real challenge bosses…
The Lecturer stage passed by, the PhD stage came over and some consulting special stages pops by from time to time…
Sometimes we have to tackle things on our own, having to retur to some bosses over and over again to learn our valuable lessons and luckily there are some help along the way…
Was I to discover the Udemy course on Unity3D Master Class for Game Development For Beginners earlier I would have had an easier time in some consulting projects… Learnt the hard way, just inscribed myself to check out and it surprised me as to how well the basic Idea was grasped by me (if only I had taken the course earlier, when I was beginning the studies of Unity 3D by my own!) and yet, it presented some really good tips for performance and mechanisms.
It will hack your brain in just 85 video lectures with some basic material to quickly develop your first game while teaching the fundamental aspects of the engine… And providing you directions toward more specialized subjects on the tool…
It may be the Konami code for beginning game programming, but yet, much is still left for the players skills…

Good luck
Good code
Good game

Futuro insólito

February 8th, 2011 by Lordspy

   Os familiares e amigos visitantes de todas as partes se reuniam no ambiente. Todos com o triste sorriso ou com a alegre tristeza das memórias que sempre lhes serão deixadas e as compartilhavam, uns com os outros, enquanto prestavam suas últimas homenagens ao corpo daquela a quem lhes era tão querida.
   Dentre os familiares os filhos, não menos tristes que os outros e amigos, se perguntavam sobre que mistérios e surpresas poderia reservar o futuro à partir daquele momento. O mais novo, que de alguma forma representava a alegria e parte do carinho da família, aquele que ninguém jamais esperou se firmar, agora casado, traça seus planos para preservar o legado, enquanto que a mais velha, a querida intrusa, sendo confortada pela própria família, serve de anfitriã àqueles que vieram respeitar e honrar sua memória.
   Quanto ao filho mais velho, legítimo mais velho, mas o do meio na criação, que sempre fora considerado o cérebro dentre os três, já prevendo a situação a tempos e sendo confortado pelos amigos distantes, se preocupa agora com a contradição de um sentimento àquilo a que sempre se opôs. Apesar de buscar a liberdade do mundo para exibir aquilo que sabe e provar-se merecedor de tudo o que recebera, algo que sempre fora impossibilitado de realizar nesta cidade natal, sempre encontrava a segurança de um porto ao qual ancorar para se reabastecer novamente antes da nova jornada.
   E a partir de então, com alguns planos frustrados, sonhos despedaçados, amores perdidos e desperdiçados, se lançará numa nova e decisiva jornada rumo ao desconhecido, almejando o sucesso não apenas dele mesmo, mas também daqueles que quiserem o acompanhar na jornada, não desperdiçando munições, tampouco sendo misericordioso àqueles que o tentarem impedir.
Mas antes, a despedida… e para aqueles que até agora continuaram lendo, a história e homenagem fica agradavelmente insólita…
   Ao final do dia fomos ao penhasco, o sol se punha e as nuvens se prostravam como se grandiosas e numerosamente infinitas pilastras cúbicas indicando que sustentavam o céu. A grama, mais verde como nunca havia visto, cobria todo o campo, com exceção apenas das bases da encosta da passagem do desfiladeiro. Ouvíamos o som do bar do outro lado do campo, além das encostas, tocando uma melodia alegre. Provavelmente algum visitante estava por lá. Me lembro que ela me disse que queria uma festa nesse dia, mas como tudo se deu, não foi possível fazê-lo.
   Olho para trás e a jangada da grama estava ali. Era feita para deslizar pela grama, puxada pelo navio de campo. E o navio se aproximava. Chegava a hora de partir. Os familiares de fora estavam conosco. Eram os poucos que ficaram. Todos subiram no Navio, mas decidi ficar na jangada, sozinho, relembrando e no remorso de todas as inúteis discussões que um dia já tive, com o único intuito de conseguir me provar na vida, algo que a cidade jamais me deixara.
   A jangada fora presa no navio. Incrível como era possível ouvir a conversa de todos que ali estavam. Uma tia contava da participação dela em seu casamento e alguns assuntos hilários fez os outros rirem. Esbocei um leve sorriso, mas a noção de felicidade não conseguia me vir. Tampouco a de preocupação, mas a de nostalgia me inundava de forma a tentar esquecer todas as rusgas que aquele lugar me tinha, embora fosse impossível conseguir lembrar de realmente pensar em ser feliz por ali. Não que não tenha me divertido algumas ou várias vezes, mas essa noção, felicidade, apenas me era percebida quando saíamos do lugar.
   E deitado na jangada da grama, observava as pilastras que seguravam o céu, como chamei as nuvens no momento, por sua própria aparência, infindáveis em todas as direções, passavam por mim, qual como ruínas de um esquecido templo e se mantinham num belo movimento paralaxe, escondendo e revelando detalhes de cada coluna em uma harmonia vista apenas nos mais primorosos sonhos.
   Passamos pelo bar, poucas mesas, quase sem música… fechando. O ocaso nos acompanhava e o céu, já laranja queimado, quase vermelho, anunciava que a noite chegaria logo. Foi quando, já distante do bar, perto da curva da encosta rochosa, decidi que era hora de seguir o caminho.
   Olhando para aqueles que estavam no navio o aceno foi prontamente compreendido, não uma mensagem de adeus, mas de que quando nos encontrarmos novamente experiências e histórias fantásticas e aterrorizantes seriam contadas. E lhes transmiti a mensagem e sensação de segurança que sempre consegui e que sempre me irrito quando alguém a questiona ou a reforça. O silêncio,exceto pelo barulho do navio de campo e pelo soar do deslizar da jangada de grama, dominava o cenário quando cortei a corda com uma faca que apenas então percebi cravejada de preciosidades. E os observei, sendo observado, em silêncio, se distanciando no horizonte. E o céu já vermelho escuro, indicando em poucos minutos a escuridão, já não mais apresentava as nuvens como pilastras, mas a imagem lembrava um imenso rio em chamas, no horizonte para onde haviam partido.
   A jangada permanecia imóvel ao terminar de deslizar e sabia que a partir de então o caminho teria que ser feito à pé e sentado, olhando o caminho que fizeram, mal percebi a luz enquanto a difícil decisão para qual caminho tomar me inundava. Era tênue e de brilho levemente pulsante. Creio que se alternava entre vermelho, amarelo branco e azul, uma pequena esfera com um halo de mesma cor se aproximava de mim sorrateiramente, como se para dar um bote e ao vê-la, um belo e desejado desespero me imobilizou, tomando conta de mim como se na ansiedade para que aquilo ocorresse.
   E a esfera,tal qual água atravessa uma esponja, passou por mim, atravessou minha cabeça e subitamente o desespero, a nostalgia e a tristeza se transformaram em saudade e soube que era ela quem ali estava para garantir que por mais incerto que fosse, o futuro estaria reservado a mim. Ao perceber isso a escuridão tomou conta do local, sendo parcamente iluminado pela luz de uma fraca lua minguante e das estrelas que refletiam e em suas vestes a amplificavam para que eu pudesse vê-la e alcançá-la uma última vez para, com lágrima nos olhos e num terno e eterno abraço dizer para sempre “Me desculpe, minha Mãe querida. Te amo e sempre te amarei” e no final, no escuro, já sozinho, olhei pra frente o mundo que me esperava, abri os olhos, já na cama, cheio de lágrimas e decidi que, não importa o futuro, minha felicidade é o que sempre me quiseram e junto com meu bem estar, esses são os únicos compromissos que sei que devo assumir para ter a vida que sempre me foi desejada.

  
   Essa foi minha homenagem, o relato de um dos pouquíssimos sonhos que consegui lembrar em toda minha vida até o momento… para você, mas acredite, não será a última… O futuro a mim pertence e eu pertenço apenas a mim mesmo.

À memória de meus pais: Maria Cândida Teixeira de Godoy Domingues (*2/08/1954 +16/01/2011) e Anísio Domingues (*21/08/1944 +05/08/1998)

Futuro insólito

February 8th, 2011 by Lordspy

   Os familiares e amigos visitantes de todas as partes se reuniam no ambiente. Todos com o triste sorriso ou com a alegre tristeza das memórias que sempre lhes serão deixadas e as compartilhavam, uns com os outros, enquanto prestavam suas últimas homenagens ao corpo daquela a quem lhes era tão querida.
   Dentre os familiares os filhos, não menos tristes que os outros e amigos, se perguntavam sobre que mistérios e surpresas poderia reservar o futuro à partir daquele momento. O mais novo, que de alguma forma representava a alegria e parte do carinho da família, aquele que ninguém jamais esperou se firmar, agora casado, traça seus planos para preservar o legado, enquanto que a mais velha, a querida intrusa, sendo confortada pela própria família, serve de anfitriã àqueles que vieram respeitar e honrar sua memória.
   Quanto ao filho mais velho, legítimo mais velho, mas o do meio na criação, que sempre fora considerado o cérebro dentre os três, já prevendo a situação a tempos e sendo confortado pelos amigos distantes, se preocupa agora com a contradição de um sentimento àquilo a que sempre se opôs. Apesar de buscar a liberdade do mundo para exibir aquilo que sabe e provar-se merecedor de tudo o que recebera, algo que sempre fora impossibilitado de realizar nesta cidade natal, sempre encontrava a segurança de um porto ao qual ancorar para se reabastecer novamente antes da nova jornada.
   E a partir de então, com alguns planos frustrados, sonhos despedaçados, amores perdidos e desperdiçados, se lançará numa nova e decisiva jornada rumo ao desconhecido, almejando o sucesso não apenas dele mesmo, mas também daqueles que quiserem o acompanhar na jornada, não desperdiçando munições, tampouco sendo misericordioso àqueles que o tentarem impedir.
Mas antes, a despedida… e para aqueles que até agora continuaram lendo, a história e homenagem fica agradavelmente insólita…
   Ao final do dia fomos ao penhasco, o sol se punha e as nuvens se prostravam como se grandiosas e numerosamente infinitas pilastras cúbicas indicando que sustentavam o céu. A grama, mais verde como nunca havia visto, cobria todo o campo, com exceção apenas das bases da encosta da passagem do desfiladeiro. Ouvíamos o som do bar do outro lado do campo, além das encostas, tocando uma melodia alegre. Provavelmente algum visitante estava por lá. Me lembro que ela me disse que queria uma festa nesse dia, mas como tudo se deu, não foi possível fazê-lo.
   Olho para trás e a jangada da grama estava ali. Era feita para deslizar pela grama, puxada pelo navio de campo. E o navio se aproximava. Chegava a hora de partir. Os familiares de fora estavam conosco. Eram os poucos que ficaram. Todos subiram no Navio, mas decidi ficar na jangada, sozinho, relembrando e no remorso de todas as inúteis discussões que um dia já tive, com o único intúito de conseguir me provar na vida, algo que a cidade jamais me deixara.
   A jangada fora presa no navio. Incrível como era possível ouvir a conversa de todos que ali estavam. Uma tia contava da participação dela em seu casamento e alguns assuntos hilários fez os outros rirem. Esbocei um leve sorriso, mas a noção de felicidade não conseguia me vir. Tampouco a de preocupação, mas a de nostalgia me inundava de forma a tentar esquecer todas as rusgas que aquele lugar me tinha, embora fosse impossível conseguir lembrar de realmente pensar em ser feliz por alí. Não que não tenha me divertido algumas ou várias vezes, mas essa noção, felicidade, apenas me era percebida quando saíamos do lugar.
   E deitado na jangada da grama, observava as pilastras que seguravam o céu, como chamei as nuvens no momento, por sua própria aparência, infindáveis em todas as direções, passavam por mim, qual como ruínas de um esquecido templo e se mantinham num belo movimento paralaxe, escondendo e revelando detalhes de cada coluna em uma harmonia vista apenas nos mais primorosos sonhos.
   Passamos pelo bar, poucas mesas, quase sem música… fechando. O ocaso nos acompanhava e o céu, já laranja queimado, quase vermelho, anunciava que a noite chegaria logo. Foi quando, já distante do bar, perto da curva da encosta rochosa, decidi que era hora de seguir o caminho.
   Olhando para aqueles que estavam no navio o aceno foi prontamente compreendido, não uma mensagem de adeus, mas de que quando nos encontrarmos novamente experiências e histórias fantásticas e aterrorizantes seriam contadas. E lhes transmiti a mensagem e sensação de segurança que sempre consegui e que sempre me irrito quando alguém a questiona ou a reforça. O silêncio,exceto pelo barulho do navio de campo e pelo soar do deslizar da jangada de grama, dominava o cenário quando cortei a corda com uma faca que apenas então percebi cravejada de preciosidades. E os observei, sendo observado, em silêncio, se distanciando no horizonte. E o céu já vermelho escuro, indicando em poucos minutos a escuridão, já não mais apresentava as nuvens como pilastras, mas a imagem lembrava um imenso rio em chamas, no horizonte para onde haviam partido.
   A jangada permanecia imóvel ao terminar de deslizar e sabia que a partir de então o caminho teria que ser feito à pé e sentado, olhando o caminho que fizeram, mal percebi a luz enquanto a difícil decisão para qual caminho tomar me inundava. Era tênue e de brilho levemente pulsante. Creio que se alternava entre vermelho, amarelo branco e azul, uma pequena esfera com um halo de mesma cor se aproximava de mim sorrateiramente, como se para dar um bote e ao vê-la, um belo e desejado desespero me imobilizou, tomando conta de mim como se na ansiedade para que aquilo ocorresse.
   E a esfera,tal qual água atravessa uma esponja, passou por mim, atravessou minha cabeça e subitamente o desespero, a nostalgia e a tristeza se transformaram em saudade e soube que era ela quem ali estava para garantir que por mais incerto que fosse, o futuro estaria reservado a mim. Ao perceber isso a escuridão tomou conta do local, sendo parcamente iluminado pela luz de uma fraca lua minguante e das estrelas que refletiam e em suas vestes a amplificavam para que eu pudesse vê-la e alcançá-la uma última vez para, com lágrima nos olhos e num terno e eterno abraço dizer para sempre “Me desculpe, minha Mãe querida. Te amo e sempre te amarei” e no final, no escuro, já sozinho, olhei pra frente o mundo que me esperava, abri os olhos, já na cama, cheio de lágrimas e decidi que, não importa o futuro, minha felicidade é o que sempre me quiseram e junto com meu bem estar, esses são os únicos compromissos que sei que devo assumir para ter a vida que sempre me foi desejada.



   Essa foi minha homenagem, o relato de um dos pouquíssimos sonhos que consegui lembrar em toda minha vida até o momento… para você, mas acredite, não será a última… O futuro a mim pertence e eu pertenço apenas a mim mesmo.

À memória de meus pais: Maria Cândida Teixeira de Godoy Domingues (*2/08/1954 +16/01/2011) e Anísio Domingues (*21/08/1944 +05/08/1998)

Portais

July 29th, 2010 by Lordspy

Estive em uma jornada ultimamente que, apesar de ter me impedido de escrever, me deu um bom descanso de tudo o que passei, além de me dar algumas idéias sobre motes filosóficos que ainda não foram divulgados, pois pelo menos não os li em lugar algum.
Infelizmente alguns deles foram perdidos entre momentos ébrios em bares na Transilvânia ou, também ébrio, em conversas com supostos amigos em hostels pela europa oriental, mas uma dessas me chamou a atenção e acabou por me fazer pensar mais a respeito: A dos Portais da Realidade.
Isso tudo me veio em um sonho e apesar de ter desenvolvido algum raciocínio sobre a mesma tenho certeza de que ainda é necessário muito trabalho para deixá-la como uma teoria fechada.
O mote simples e claro é o de que não existem os vários universos ou realidades que as teorias da física contemporânea (pelo menos algumas) pregam, mas apenas uma realidade/universo, limitado, porém, em constante expansão e com capacidade ilimitada de expansão, ou seja, pode sim vir a ser infinito.
As bordas dessa realidade são definidas pela interação de percepção que cada um de nós um dia já viemos a ter dela mesma sendo, portanto, nós, seres vivos, “portais de percepção” da realidade, cada um seguindo numa determinada direção e sentido e interagindo uns com outros de diversas formas fazendo com que, a cada interação, ao menos dois (o atuante e o atuado) “portais de percepção” sofram uma alteração em seu conjunto de valores, alterando sua direção e/ou sentido, portanto, alterando sua percepção da realidade como um todo, seja de forma branda ou brusca.
Existe, porém, muito mais que ser trabalhado nesse conjunto de raciocínio, porém me parece bem um modelo básico para a criação de um interessante campo filosófico a ser explorado.

Há Coerência?

April 26th, 2010 by Lordspy

    Devo dizer que senti um incômodo muito grande com alguma coisa na capa de uma das consideradas mais influentes, embora, felizmente, rapidamente perdendo influência, revistas semanais do País, uma em que aparece um senhor aparentando estar acime de meia idade em uma pose aparentemente “meiga” e com alguns dizeres no canto inferior direito.
    À época não sabia identificar o que me causava o incômodo: Se a foto, que aparenta, para mim, incoerência da pessoa, tanto quanto se considerarmos o contexto de alguém com mente sã, pois o semblante me lembra alguns idosos em idades senis que aparentemente apenas aproveitam a vida sorrindo não se preocupando se eles ou outros estão em decadência, quanto no contexto da pessoa séria que ela se prostra perante o público, que também quebra declaradamente o paradigma, por mostrar uma ‘meiguice’ infantil, transmitindo, impressões minhas, a imagem daquela pessoa que, como uma criança, não se preocupa com as consequencias do que pode vir a surgir de suas decisões, apenas sorri para as câmeras como se tudo estivesse lindo e maravilhoso, numa pose como se apenas ele fosse aquele que se sobressaísse.
    Ou se em relação à frase, que creio haver uma incoerência factual. A frase, que aparece entre aspas como se proferida pelo sujeito objetivo da matéria, o mesmo da foto, contrasta com o modelo percebido em suas ações. Pergunto-me, como alguém que diz aquilo possui um diferencial interno negativo (segurança, negócios, saúde, educação), isso é, em comparação aos resultados de suas ações sobre o mesmo objeto em tempos passados, com esse diferencial negativo se acentuando drasticamente quando comparado com outros objetos, mesmo no tempo presente?
    Não me deixarei claro, pois essa minha opinião é um tanto quanto radical e considerando principalmente esse assunto, o qual tanto se sabe, em relação a retaliações, e principalmente nesse momento, prefiro não ser direto. Quer saber do que falo? Pense um pouco e avalie o contexto informacional que ocorre no país, ou me pergunte. Talvez eu te responda.

No mais, fica minha pergunta: Há Coerência? Se sim, onde?

A Meta Análise

April 13th, 2010 by Lordspy

“Você pensando sobre você, de um jeito diferente”.

Comecemos explicando a frase acima com uma exclamação…

Algumas vezes alguns de nós* nos deparamos com um texto ou vídeo, frequentemente um discurso proferido, na Internet que recomenda que os leitores ou os presentes no momento do discurso, ajam ou pensem de uma determinada forma. Às vezes citando abstrações, às vezes dando exemplos reais, as vezes (e principalmente) “viajando na maionese” e esse texto, vídeo, artigo (chamemos de artigo a partir desse ponto) nos chama mais a atenção do que imaginávamos principalmente porque nos identificamos com ele, frequentemente dizendo algo como “Ei, mas eu penso/ajo dessa forma” ou “Ei, dentre meu modo de agir, esse modelo se realiza” (significando que você realiza aquele modelo, mas você realiza outros mais) e isso te surpreende, porque você acaba pensando em como você pensa… (se te fazer pensar SE você pensa, então o artigo está mais no lucro do que eu poderia imaginar).

Nos surpreende justamente por nos elevar um nível, por nos fazer questionar não como fazemos, mas como pensamos, por que pensamos daquela forma e (se o artigo for bom) como fazer para melhorar o modelo de como pensamos. Enfim, acaba nos tornando conscientes de como nossa consciência procede, o que acaba procedendo para o modelo de que nós, humanos da categoria pensantes ( porque há sim aqueles que não pensam) tomemos consciência de que podemos fazer uma análise de como nossa consciência age.

Mas se conseguimos pensar sobre como pensamos, como será que seria se pensássemos em como pensamos sobre como pensamos? E se pensássemos em como pensamos sobre como pensamos sobre como pensamos? E eu poderia estender esse modelo em infinitas recursões, jamais chegando ao fim (claro… são infinitas, certo?)

E esse é um dos modelos mais interessantes sobre o ser humano, a capacidade de poder pensar sobre si mesmo em um nível mais abstrato. Chamemos esse modelo de Análise, portanto, aos que pensam, esses podem, imparcialmente, realisarem em si mesmos uma Auto-Análise.

Antes que psicólogos ou psiquiatras reclamem, meu objetivo aqui não é tirar trabalho de vocês por fazer provar que alguém pode se auto analisar, no sentido de vossas respectivas profissões, mas ter  uma consciencia ainda mais profunda de si mesmo e de como ele se coloca no mundo pelo seu próprio cogito-modus-operandi. Talvez, até auxilia-los, normalmente um doido de outra área com uma teoria maluca acaba ajudando (ou criando um novo ramo em) uma área completamente diferente (vide a ciência da computação com vários modelos retirados de idéias surgidas em diversos campos que eram simplesmente descreditadas à época justamente por não possuir aplicação prática. Física e Matemática não valem… seus respectivos campos teóricos possuem uma beleza inigualável e inquestionável :1P  :1D  )

Voltando, podemos então nos Auto-Analisar (chamemos de (AA) o processo de auto-análise, isto é, pensar sobre como pensamos), mas, se conscientemente não nos auto-analisamos, talvez por força do hábito, talvez alguém que realize constantemente a (AA) não perceba que realiza a (AA) e assim um texto como o que eu mencionei no inicio o faça pensar sobre como ele pensa. Mas como ele já pensa sobre como ele pensa, então ele estará realizando um (AA) sobre o (AA) que ele já realiza. Portanto ele realiza um (AA(AA)).

E assim podemos dizer que há um certo grau de consciência de uma pessoa (chamemos de Grau de Auto-Análise ou g(AA) ). Alguém que não realiza sequer o (AA) básico pode ser considerado como aquele que age por instinto, já aquele que tem diversos graus, aquele que, provavelmente, planeja com antecedência suas ações.

Algo que é perceptível em tudo isso é que o g(AA) de uma pessoa não possui um valor fixo, perceptível porque basta analisarmos o comportamento de um indivído (dos que pensam) durante um dia e presenciamos tal variação. Além do mais, algo a se  notar é que podemos considerar que não haja limite máximo para o g(AA) de um indivíduo e que alguém sempre pode atingir um grau acima do que já atingira dependendo do esforço necessário gasto para elevar o nivel e que o esforço gasto para atingir um determinado nível decresce de acordo com a frequencia com que tal nível é atingido em um determinado período de tempo e chamemos o esforço de ‘e‘ tendo, portanto e(x), com x sendo o g(AA) desejado.

O desenvolvimento da idéia poderia continuar ainda  por págians e páginas, mas essas são apenas idéias, pois não sou um profissional da área de saúde (Psicologia ou Psiquiatria), mas sim da de exatas (Ciência da Computação), porém, uma das coisas que aprendemos nessa área (e uma das principais) é o processo de busca de um modelo isomórfico que apresente um comportamento mais lógico ou passível de melhor análise. Em outras palavras, a gente complica pra simplificar.

Porém, introduzindo essa idéia posso afirmar claramente que suspeito que exista não apenas um modelo lógico e racional, mas também e principalmente um modelo formal, para entender e estudar a condição de consciência ou ciência (awareness) humana e todos os pormenores que provêm dela.

Um dos modelos que, através do texto, me convence é que a partir de um grau de consciência G, para atingir um grau de consciência maior (digamos G+1) é necessário esforço + força de vontade + quebra de paradigmas, enquanto que o oposto, de um nível de consciência G para um nível de consciência inferior (digamos, G-1) é necessário egoísmo, estupidez e impulsividade.

Agora podemos analisar um modelo de convivência de alguém, digamos A, com grau de consciência G convivendo com alguém, digamos B, com grau de consciência G+1. Considerando esse cenário sob o ponto de vista de A, o modelo para uma convivência menos atritiva seria A assumir um comportamento de humildade perante B, devido ao atual estado de consciência dele, ao mesmo tempo que para uma boa convivência, B deverá assumir um comportamento de tolerância perante A. Porém, a manutenção de ambos os comportamentos necessita de esforço constante e portanto é um modelo instável.

Um procedimento adequado para um convívio eficiente seria A não apenas assumir um comportamento de humildade, mas também de curiosidade e de vontade de aprender, enquanto que o de B, não apenas assumir um comportamento de tolerância, mas tambem um de tutela, assim, ambos estarão ganhando graus de consciência diferentes e eventualmente poderão se encontrar em um mesmo patamar, quando não será mais necessário tolerância, tampouco humildade por ignorância.

Espero que essas idéias possam servir de ponto de partida para algo algum dia, mas já declaro que esses dados são apenas maquinações de minha mente que entende superficialmente o modelo comportamental da psique humana, mas ainda assim corre atrás para uma maior compreensão.

Dupla Negação

February 22nd, 2010 by Lordspy

É deveras interessante quando percebemos um conceito simples da lógica (ou matemática) ocorrendo na vida real e o título desse post indica sobre qual estou falando.

No caso não quero dizer especificamente da negação de um fato, mas do oposto ao resultando quando um fato ocorre duas vezes, negando ou invertendo o resultado que dos atos surgiria.

Claro, isso apenas é possível se o resultado não possuir consequencias graves, principalmente aplicadas (ou sofridas) por terceiros, pois, nesse caso, teríamos uma implicação, a menos, talvez, que tal implicação, na dupla negação, retorne a você e ainda assim os resultados não sejam graves (ou permanentes).

Por resultados graves ou permanentes frequentemente interpretamos por algo de natureza física e não moral (ou ética). Fiquemos com esse universo, pois e formulemos:

Um pequeno acidente que geraria reprimenda ao perpretador, seja ela pelo próprio perpretador, por quem sofre a ação que gera a reprimenda ou por terceiros, se, após um pequeno intervalo de tempo, geralmente antes que o conceito da reprimenda seja formado, formulado ou transmitido, for repetido, normalmente o efeito causado é o oposto da reprimenda, tornando-se, frequentemente, cômico.

Exemplifiquemos:

Tome, por exemplo, um jantar entre família (ou amigos, ou social). Um copo com (coloque aqui o seu liquido favorito) é entornado na mesa molhando alguém (ou a si mesmo). Se o evento tornar a se repetir em um espaço de tempo suficientemente curto* o efeito torna-se hilário.

Outro exemplo: Na estrada com sinalização semi-deficiente se o motorista não percebe uma lombada (ou um conjunto de), o carro passa e o motorista, bem como os passageiros sofrem um susto (além de, talvez, alguns galos na cabeça), geralmente gerando reprimenda por parte de algum dos passageiros (principalmente se um deles for um dos pais do motorista) ou por parte do proprio motorista. coloque, portanto, dois conjuntos de lombadas, suficientemente espaçados para permitir que os ocupantes do veículo se recuperem do susto mas repitam o feito da mesma forma que o primeiro, para que o efeito de reprimenda seja não apenas anulado, mas devidamente invertido, frequentemente gerando gargalhadas dos ocupantes do automóvel.

Assim, agora sabe-se como se livrar de uma reclamação quando você tropeça e dá um esbarrão em alguém nas ruas. Antes que esse reclame, tropece e dê um esbarrão em um outro, para que o primeiro tenha a impressão invertida. Infelizmente isso geralmente funciona apenas quando o 2o. esbarrão é genuíno ou quando a pessoa é um ótimo ator.

O ponto a mostrar aqui é que a dupla negação possui efeitos práticos na vida real, mas apenas para situações cujo resultado não seja drastico. O efeito das lombadas poderia, em alguns casos, causar ou gerar um acidente grave e o fator da dupla negação seria automaticamente anulado pela incursão de um fato implicado. Mas há diversos outros exemplos. Caso você tenha algum a relatar, por favor, nos envie nos comentários

*O conceito de tempo suficientemente curto é o resultado de uma função dependente do caso e, portanto, não é uma constante. Tampouco pode ser mensurável.

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