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	<description>A Loucura o leva à verdade, assim como a Verdade o leva à Loucura.</description>
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		<title>Futuro insólito</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 09:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;Os familiares e amigos visitantes de todas as partes se reuniam no ambiente. Todos com o triste sorriso ou com a alegre tristeza das memórias que sempre lhes serão deixadas e as compartilhavam, uns com os outros, enquanto prestavam suas últimas homenagens ao corpo daquela a quem lhes era tão querida. &#160;&#160;&#160;Dentre os familiares os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Os familiares e amigos visitantes de todas as partes se reuniam no ambiente. Todos com o triste sorriso ou com a alegre tristeza das memórias que sempre lhes serão deixadas e as compartilhavam, uns com os outros, enquanto prestavam suas últimas homenagens ao corpo daquela a quem lhes era tão querida.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;Dentre os familiares os filhos, não menos tristes que os outros e amigos, se perguntavam sobre que mistérios e surpresas poderia reservar o futuro à partir daquele momento. O mais novo, que de alguma forma representava a alegria e parte do carinho da família, aquele que ninguém jamais esperou se firmar, agora casado, traça seus planos para preservar o legado, enquanto que a mais velha, a querida intrusa, sendo confortada pela própria família, serve de anfitriã àqueles que vieram respeitar e honrar sua memória.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;Quanto ao filho mais velho, legítimo mais velho, mas o do meio na criação, que sempre fora considerado o cérebro dentre os três, já prevendo a situação a tempos e sendo confortado pelos amigos distantes, se preocupa agora com a contradição de um sentimento àquilo a que sempre se opôs. Apesar de buscar a liberdade do mundo para exibir aquilo que sabe e provar-se merecedor de tudo o que recebera, algo que sempre fora impossibilitado de realizar nesta cidade natal, sempre encontrava a segurança de um porto ao qual ancorar para se reabastecer novamente antes da nova jornada.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;E a partir de então, com alguns planos frustrados, sonhos despedaçados, amores perdidos e desperdiçados, se lançará numa nova e decisiva jornada rumo ao desconhecido, almejando o sucesso não apenas dele mesmo, mas também daqueles que quiserem o acompanhar na jornada, não desperdiçando munições, tampouco sendo misericordioso àqueles que o tentarem impedir.<br />
Mas antes, a despedida&#8230; e para aqueles que até agora continuaram lendo, a história e homenagem fica agradavelmente insólita&#8230;<br />
<em><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ao final do dia fomos ao penhasco, o sol se punha e as nuvens se prostravam como se grandiosas e numerosamente infinitas pilastras cúbicas indicando que sustentavam o céu. A grama, mais verde como nunca havia visto, cobria todo o campo, com exceção apenas das bases da encosta da passagem do desfiladeiro. Ouvíamos o som do bar do outro lado do campo, além das encostas, tocando uma melodia alegre. Provavelmente algum visitante estava por lá. Me lembro que ela me disse que queria uma festa nesse dia, mas como tudo se deu, não foi possível fazê-lo.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;Olho para trás e a jangada da grama estava ali. Era feita para deslizar pela grama, puxada pelo navio de campo. E o navio se aproximava. Chegava a hora de partir. Os familiares de fora estavam conosco. Eram os poucos que ficaram. Todos subiram no Navio, mas decidi ficar na jangada, sozinho, relembrando e  no remorso de todas as inúteis discussões que um dia já tive, com o único intúito de conseguir me provar na vida, algo que a cidade jamais me deixara.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;A jangada fora presa no navio. Incrível como era possível ouvir a conversa de todos que ali estavam. Uma tia contava da participação dela em seu casamento e alguns assuntos hilários fez os outros rirem. Esbocei um leve sorriso, mas a noção de felicidade não conseguia me vir. Tampouco a de preocupação, mas a de nostalgia me inundava de forma a tentar esquecer todas as rusgas que aquele lugar me tinha, embora fosse impossível conseguir lembrar de realmente pensar em ser feliz por alí. Não que não tenha me divertido algumas ou várias vezes, mas essa noção, felicidade, apenas me era percebida quando saíamos do lugar.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;E deitado na jangada da grama, observava as pilastras que seguravam o céu, como chamei as nuvens no momento, por sua própria aparência, infindáveis em todas as direções, passavam por mim, qual como ruínas de um esquecido templo e se mantinham num belo movimento paralaxe, escondendo e revelando detalhes de cada coluna em uma harmonia vista apenas nos mais primorosos sonhos.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;Passamos pelo bar, poucas mesas, quase sem música&#8230; fechando. O ocaso nos acompanhava e o céu, já laranja queimado, quase vermelho, anunciava que a noite chegaria logo. Foi quando, já distante do bar, perto da curva da encosta rochosa, decidi que era hora de seguir o caminho.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;Olhando para aqueles que estavam no navio o aceno foi prontamente compreendido, não uma mensagem de adeus, mas de que quando nos encontrarmos novamente experiências e histórias fantásticas e aterrorizantes seriam contadas. E lhes transmiti a mensagem e sensação de segurança que sempre consegui e que sempre me irrito quando alguém a questiona ou a reforça. O silêncio,exceto pelo barulho do navio de campo e pelo soar do deslizar da jangada de grama, dominava o cenário quando cortei a corda com uma faca que apenas então percebi cravejada de preciosidades. E os observei, sendo observado, em silêncio, se distanciando no horizonte. E o céu já vermelho escuro, indicando em poucos minutos a escuridão, já não mais apresentava as nuvens como pilastras, mas a imagem lembrava um imenso rio em chamas, no horizonte para onde haviam partido.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;A jangada permanecia imóvel ao terminar de deslizar e sabia que a partir de então o caminho teria que ser feito à pé e sentado, olhando o caminho que fizeram, mal percebi a luz enquanto a difícil decisão para qual caminho tomar me inundava. Era tênue e de brilho levemente pulsante. Creio que se alternava entre vermelho, amarelo branco e azul, uma pequena esfera com um halo de mesma cor se aproximava de mim sorrateiramente, como se para dar um bote e ao vê-la, um belo e desejado desespero me imobilizou, tomando conta de mim como se na ansiedade para que aquilo ocorresse.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;E a esfera,tal qual água atravessa uma esponja, passou por mim, atravessou minha cabeça e subitamente o desespero, a nostalgia e a tristeza se transformaram em saudade e soube que era ela quem ali estava para garantir que por mais incerto que fosse, o futuro estaria reservado a mim. Ao perceber isso a escuridão tomou conta do local, sendo parcamente iluminado pela luz de uma fraca lua minguante e das estrelas que refletiam e em suas vestes a amplificavam para que eu pudesse vê-la e alcançá-la uma última vez para, com lágrima nos olhos e num terno e eterno abraço dizer para sempre &#8220;Me desculpe, minha Mãe querida. Te amo e sempre te amarei&#8221; e no final, no escuro, já sozinho, olhei pra frente o mundo que me esperava, abri os olhos, já na cama, cheio de lágrimas e decidi que, não importa o futuro, minha felicidade é o que sempre me quiseram e junto com meu bem estar, esses são os únicos compromissos que sei que devo assumir para ter a vida que sempre me foi desejada.</strong></em><br />
<br />
<hr />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;Mãe, obrigado por tudo que me ensinou. Obrigado pelas discussões inúteis, por me manter relativamente preso em um lugar que sempre detestei e por exigir de mim sempre mais do que todos queriam, pois teus ensinamentos, em conjunto com os de meu pai, foram quem me fizeram ser quem eu quis ser, as discussões inúteis me fizeram aprender a argumentar e também a pensar sobre o ponto de vista do outro argumentador, a prisão relativa, não apenas porque me ama (ou amava), mas por me fazer sempre querer ir mais longe, para ter que voltar com menos frequência e a exigência, para que eu pudesse me sobressair sobre todos.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;E desculpe pelas discussões inúteis, pela falta de paciência, pela falta de demonstração de afeto e pela teimosia em querer ser quem eu sou. As discussões inúteis sempre gerou uma situação desagradável, a falta de paciência era por não conseguir fazer aquilo que precisava de onde estava, a falta de demonstração de afeto foi mais por onde você sempre quis estar e demonstrar do que cretinice minha, mas também fora cretinice minha em muitas vezes e a teimosia em querer ser quem eu sou, se os dogmas que você acreditava se demonstrarem correto, saberá agora que esse é o caminho que escolhi para ser feliz e que aquele que não apenas me aceitar, mas pelo menos querer tentar me compreender e me acompanhar, me ajudará definitivamente em todos os planos que vocês queriam para mim.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Amo você&#8230; e também meu pai, que já a uma década se foi&#8230; e como remorso fica a vontade de poder ter realmente demonstrado todo meu amor, carinho e afeto que vocês mereceram.</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;Essa foi minha homenagem, o relato de um dos pouquíssimos sonhos que consegui lembrar em toda minha vida até o momento&#8230; para você, mas acredite, não será a última&#8230; O futuro a mim pertence e eu pertenço apenas a mim mesmo.</p>
<p>À memória de meus pais: Maria Cândida Teixeira de Godoy Domingues (*2/08/1954 +16/01/2011) e Anísio Domingues (*21/08/1944 +05/08/1998)</p>
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		<title>Portais</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 12:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive em uma jornada ultimamente que, apesar de ter me impedido de escrever, me deu um bom descanso de tudo o que passei, além de me dar algumas idéias sobre motes filosóficos que ainda não foram divulgados, pois pelo menos não os li em lugar algum. Infelizmente alguns deles foram perdidos entre momentos ébrios em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive em uma jornada ultimamente que, apesar de ter me impedido de escrever, me deu um bom descanso de tudo o que passei, além de me dar algumas idéias sobre motes filosóficos que ainda não foram divulgados, pois pelo menos não os li em lugar algum.<br />
Infelizmente alguns deles foram perdidos entre momentos ébrios em bares na Transilvânia ou, também ébrio, em conversas com supostos amigos em hostels pela europa oriental, mas uma dessas me chamou a atenção e acabou por me fazer pensar mais a respeito: A dos Portais da Realidade.<br />
Isso tudo me veio em um sonho e apesar de ter desenvolvido algum raciocínio sobre a mesma tenho certeza de que ainda é necessário muito trabalho para deixá-la como uma teoria fechada.<br />
O mote simples e claro é o de que não existem os vários universos ou realidades que as teorias da física contemporânea (pelo menos algumas) pregam, mas apenas uma realidade/universo, limitado, porém, em constante expansão e com capacidade ilimitada de expansão, ou seja, pode sim vir a ser infinito.<br />
As bordas dessa realidade são definidas pela interação de percepção que cada um de nós um dia já viemos a ter dela mesma sendo, portanto, nós, seres vivos, &#8220;portais de percepção&#8221; da realidade, cada um seguindo numa determinada direção e sentido e interagindo uns com outros de diversas formas fazendo com que, a cada interação, ao menos dois (o atuante e o atuado) &#8220;portais de percepção&#8221; sofram uma alteração em seu conjunto de valores, alterando sua direção e/ou sentido, portanto, alterando sua percepção da realidade como um todo, seja de forma branda ou brusca.<br />
Existe, porém, muito mais que ser trabalhado nesse conjunto de raciocínio, porém me parece bem um modelo básico para a criação de um interessante campo filosófico a ser explorado. </p>
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		<title>Há Coerência?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;Devo dizer que senti um incômodo muito grande com alguma coisa na capa de uma das consideradas mais influentes, embora, felizmente, rapidamente perdendo influência, revistas semanais do País, uma em que aparece um senhor aparentando estar acime de meia idade em uma pose aparentemente &#8220;meiga&#8221; e com alguns dizeres no canto inferior direito. &#160;&#160;&#160;&#160;À época [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Devo dizer que senti um incômodo muito grande com alguma coisa na capa de uma das consideradas mais influentes, embora, felizmente, rapidamente perdendo influência, revistas semanais do País, uma em que aparece um senhor aparentando estar acime de meia idade em uma pose aparentemente &#8220;meiga&#8221; e com alguns dizeres no canto inferior direito.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;À época não sabia identificar o que me causava o incômodo: Se a foto, que aparenta, para mim, incoerência da pessoa, tanto quanto se considerarmos o contexto de alguém com mente sã, pois o semblante me lembra alguns idosos em idades senis que aparentemente apenas aproveitam a vida sorrindo não se preocupando se eles ou outros estão em decadência, quanto no contexto da pessoa séria que ela se prostra perante o público, que também quebra declaradamente o paradigma, por mostrar uma &#8216;meiguice&#8217; infantil, transmitindo, impressões minhas, a imagem daquela pessoa que, como uma criança, não se preocupa com as consequencias do que pode vir a surgir de suas decisões, apenas sorri para as câmeras como se tudo estivesse lindo e maravilhoso, numa pose como se apenas ele fosse aquele que se sobressaísse.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ou se em relação à frase, que creio haver uma incoerência factual. A frase, que aparece entre aspas como se proferida pelo sujeito objetivo da matéria, o mesmo da foto, contrasta com o modelo percebido em suas ações. Pergunto-me, como alguém que diz aquilo possui um diferencial interno negativo (segurança, negócios, saúde, educação), isso é, em comparação aos resultados de suas ações sobre o mesmo objeto em tempos passados, com esse diferencial negativo se acentuando drasticamente quando comparado com outros objetos, mesmo no tempo presente?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Não me deixarei claro, pois essa minha opinião é um tanto quanto radical e considerando principalmente esse assunto, o qual tanto se sabe, em relação a retaliações, e principalmente nesse momento, prefiro não ser direto. Quer saber do que falo? Pense um pouco e avalie o contexto informacional que ocorre no país, ou me pergunte. Talvez eu te responda.</p>
<p>No mais, fica minha pergunta: Há Coerência? Se sim, onde?</p>
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		<title>A Meta Análise</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 17:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Você pensando sobre você, de um jeito diferente&#8221;. Comecemos explicando a frase acima com uma exclamação&#8230; Algumas vezes alguns de nós* nos deparamos com um texto ou vídeo, frequentemente um discurso proferido, na Internet que recomenda que os leitores ou os presentes no momento do discurso, ajam ou pensem de uma determinada forma. Às vezes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Você pensando sobre você, de um jeito diferente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecemos explicando a frase acima com uma exclamação&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes alguns de nós* nos deparamos com um texto ou vídeo, frequentemente um discurso proferido, na Internet que recomenda que os leitores ou os presentes no momento do discurso, ajam ou pensem de uma determinada forma. Às vezes citando abstrações, às vezes dando exemplos reais, as vezes (e principalmente) &#8220;viajando na maionese&#8221; e esse texto, vídeo, artigo (chamemos de artigo a partir desse ponto) nos chama mais a atenção do que imaginávamos principalmente porque nos identificamos com ele, frequentemente dizendo algo como &#8220;Ei, mas eu penso/ajo dessa forma&#8221; ou &#8220;Ei, dentre meu modo de agir, esse modelo se realiza&#8221; (significando que você realiza aquele modelo, mas você realiza outros mais) e isso te surpreende, porque você acaba pensando em como você pensa&#8230; (se te fazer pensar SE você pensa, então o artigo está mais no lucro do que eu poderia imaginar).</p>
<p style="text-align: justify;">Nos surpreende justamente por nos elevar um nível, por nos fazer questionar não como fazemos, mas como pensamos, por que pensamos daquela forma e (se o artigo for bom) como fazer para melhorar o modelo de como pensamos. Enfim, acaba nos tornando conscientes de como nossa consciência procede, o que acaba procedendo para o modelo de que nós, humanos da categoria pensantes ( porque há sim aqueles que não pensam) tomemos consciência de que podemos fazer uma análise de como nossa consciência age.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se conseguimos pensar sobre como pensamos, como será que seria se pensássemos em como pensamos sobre como pensamos? E se pensássemos em como pensamos sobre como pensamos sobre como pensamos? E eu poderia estender esse modelo em infinitas recursões, jamais chegando ao fim (claro&#8230; são infinitas, certo?)</p>
<p style="text-align: justify;">E esse é um dos modelos mais interessantes sobre o ser humano, a capacidade de poder pensar sobre si mesmo em um nível mais abstrato. Chamemos esse modelo de Análise, portanto, aos que pensam, esses podem, imparcialmente, realisarem em si mesmos uma Auto-Análise.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes que psicólogos ou psiquiatras reclamem, meu objetivo aqui não é tirar trabalho de vocês por fazer provar que alguém pode se auto analisar, no sentido de vossas respectivas profissões, mas ter  uma consciencia ainda mais profunda de si mesmo e de como ele se coloca no mundo pelo seu próprio cogito-modus-operandi. Talvez, até auxilia-los, normalmente um doido de outra área com uma teoria maluca acaba ajudando (ou criando um novo ramo em) uma área completamente diferente (vide a ciência da computação com vários modelos retirados de idéias surgidas em diversos campos que eram simplesmente descreditadas à época justamente por não possuir aplicação prática. Física e Matemática não valem&#8230; seus respectivos campos teóricos possuem uma beleza inigualável e inquestionável :1P  :1D  )</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando, podemos então nos Auto-Analisar (chamemos de (AA) o processo de auto-análise, isto é, pensar sobre como pensamos), mas, se conscientemente não nos auto-analisamos, talvez por força do hábito, talvez alguém que realize constantemente a (AA) não perceba que realiza a (AA) e assim um texto como o que eu mencionei no inicio o faça pensar sobre como ele pensa. Mas como ele já pensa sobre como ele pensa, então ele estará realizando um (AA) sobre o (AA) que ele já realiza. Portanto ele realiza um (AA(AA)).</p>
<p style="text-align: justify;">E assim podemos dizer que há um certo grau de consciência de uma pessoa (chamemos de Grau de Auto-Análise ou g(AA) ). Alguém que não realiza sequer o (AA) básico pode ser considerado como aquele que age por instinto, já aquele que tem diversos graus, aquele que, provavelmente, planeja com antecedência suas ações.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo que é perceptível em tudo isso é que o g(AA) de uma pessoa não possui um valor fixo, perceptível porque basta analisarmos o comportamento de um indivído (dos que pensam) durante um dia e presenciamos tal variação. Além do mais, algo a se  notar é que podemos considerar que não haja limite máximo para o g(AA) de um indivíduo e que alguém sempre pode atingir um grau acima do que já atingira dependendo do esforço necessário gasto para elevar o nivel e que o esforço gasto para atingir um determinado nível decresce de acordo com a frequencia com que tal nível é atingido em um determinado período de tempo e chamemos o esforço de &#8216;<strong><em>e</em></strong>&#8216; tendo, portanto e(x), com x sendo o g(AA) desejado.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da idéia poderia continuar ainda  por págians e páginas, mas essas são apenas idéias, pois não sou um profissional da área de saúde (Psicologia ou Psiquiatria), mas sim da de exatas (Ciência da Computação), porém, uma das coisas que aprendemos nessa área (e uma das principais) é o processo de busca de um modelo isomórfico que apresente um comportamento mais lógico ou passível de melhor análise. Em outras palavras, a gente complica pra simplificar.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, introduzindo essa idéia posso afirmar claramente que suspeito que exista não apenas um modelo lógico e racional, mas também e principalmente um modelo formal, para entender e estudar a condição de consciência ou ciência (awareness) humana e todos os pormenores que provêm dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos modelos que, através do texto, me convence é que a partir de um grau de consciência G, para atingir um grau de consciência maior (digamos G+1) é necessário esforço + força de vontade + quebra de paradigmas, enquanto que o oposto, de um nível de consciência G para um nível de consciência inferior (digamos, G-1) é necessário egoísmo, estupidez e impulsividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora podemos analisar um modelo de convivência de alguém, digamos A, com grau de consciência G convivendo com alguém, digamos B, com grau de consciência G+1. Considerando esse cenário sob o ponto de vista de A, o modelo para uma convivência menos atritiva seria A assumir um comportamento de humildade perante B, devido ao atual estado de consciência dele, ao mesmo tempo que para uma boa convivência, B deverá assumir um comportamento de tolerância perante A. Porém, a manutenção de ambos os comportamentos necessita de esforço constante e portanto é um modelo instável.</p>
<p style="text-align: justify;">Um procedimento adequado para um convívio eficiente seria A não apenas assumir um comportamento de humildade, mas também de curiosidade e de vontade de aprender, enquanto que o de B, não apenas assumir um comportamento de tolerância, mas tambem um de tutela, assim, ambos estarão ganhando graus de consciência diferentes e eventualmente poderão se encontrar em um mesmo patamar, quando não será mais necessário tolerância, tampouco humildade por ignorância.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essas idéias possam servir de ponto de partida para algo algum dia, mas já declaro que esses dados são apenas maquinações de minha mente que entende superficialmente o modelo comportamental da psique humana, mas ainda assim corre atrás para uma maior compreensão.</p>
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		<title>Dupla Negação</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[É deveras interessante quando percebemos um conceito simples da lógica (ou matemática) ocorrendo na vida real e o título desse post indica sobre qual estou falando. No caso não quero dizer especificamente da negação de um fato, mas do oposto ao resultando quando um fato ocorre duas vezes, negando ou invertendo o resultado que dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É deveras interessante quando percebemos um conceito simples da lógica (ou matemática) ocorrendo na vida real e o título desse post indica sobre qual estou falando.</p>
<p>No caso não quero dizer especificamente da negação de um fato, mas do oposto ao resultando quando um fato ocorre duas vezes, negando ou invertendo o resultado que dos atos surgiria.</p>
<p>Claro, isso apenas é possível se o resultado não possuir consequencias graves, principalmente aplicadas (ou sofridas) por terceiros, pois, nesse caso, teríamos uma implicação, a menos, talvez, que tal implicação, na dupla negação, retorne a você e ainda assim os resultados não sejam graves (ou permanentes).</p>
<p>Por resultados graves ou permanentes frequentemente interpretamos por algo de natureza física e não moral (ou ética). Fiquemos com esse universo, pois e formulemos:</p>
<p>Um pequeno acidente que geraria reprimenda ao perpretador, seja ela pelo próprio perpretador, por quem sofre a ação que gera a reprimenda ou por terceiros, se, após um pequeno intervalo de tempo, geralmente antes que o conceito da reprimenda seja formado, formulado ou transmitido, for repetido, normalmente o efeito causado é o oposto da reprimenda, tornando-se, frequentemente, cômico.</p>
<p>Exemplifiquemos:</p>
<p>Tome, por exemplo, um jantar entre família (ou amigos, ou social). Um copo com (coloque aqui o seu liquido favorito) é entornado na mesa molhando alguém (ou a si mesmo). Se o evento tornar a se repetir em um espaço de tempo suficientemente curto* o efeito torna-se hilário.</p>
<p>Outro exemplo: Na estrada com sinalização semi-deficiente se o motorista não percebe uma lombada (ou um conjunto de), o carro passa e o motorista, bem como os passageiros sofrem um susto (além de, talvez, alguns galos na cabeça), geralmente gerando reprimenda por parte de algum dos passageiros (principalmente se um deles for um dos pais do motorista) ou por parte do proprio motorista. coloque, portanto, dois conjuntos de lombadas, suficientemente espaçados para permitir que os ocupantes do veículo se recuperem do susto mas repitam o feito da mesma forma que o primeiro, para que o efeito de reprimenda seja não apenas anulado, mas devidamente invertido, frequentemente gerando gargalhadas dos ocupantes do automóvel.</p>
<p>Assim, agora sabe-se como se livrar de uma reclamação quando você tropeça e dá um esbarrão em alguém nas ruas. Antes que esse reclame, tropece e dê um esbarrão em um outro, para que o primeiro tenha a impressão invertida. Infelizmente isso geralmente funciona apenas quando o 2o. esbarrão é genuíno ou quando a pessoa é um ótimo ator.</p>
<p>O ponto a mostrar aqui é que a dupla negação possui efeitos práticos na vida real, mas apenas para situações cujo resultado não seja drastico. O efeito das lombadas poderia, em alguns casos, causar ou gerar um acidente grave e o fator da dupla negação seria automaticamente anulado pela incursão de um fato implicado. Mas há diversos outros exemplos. Caso você tenha algum a relatar, por favor, nos envie nos comentários</p>
<p>*O conceito de tempo suficientemente curto é o resultado de uma função dependente do caso e, portanto, não é uma constante. Tampouco pode ser mensurável.</p>
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		<title>The Healings of Time: The Black Knight</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 03:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mal me contive de alegria quando ganhei meu primeiro Cronodeslocador, na época não entendia a responsabilidade de ter um, afinal, por ser filho único sempre conseguia o que queria de meus pais e como meu pai era da Intempol eu era fascinado com as histórias do tempo&#8230;Não, não viagem no tempo, eu digo histórias do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;">Mal me contive de alegria quando ganhei meu primeiro Cronodeslocador, na época não entendia a responsabilidade de ter um, afinal, por ser filho único sempre conseguia o que queria de meus pais e como meu pai era da Intempol eu era fascinado com as histórias do tempo&#8230;Não, não viagem no tempo, eu digo histórias do tempo mesmo, da própria humanidade, principalmente idade média, uma era que até mesmo hoje, com nossa tecnologia, com a viagem no tempo e com a Intempol, ainda continua obscura e sem referências.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Então você resolveu&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Não, não&#8230; eu não resolvi nada&#8230; tudo que eu queria era conhecer um pouco mais. Apenas observar, sem ser observado, e assim não alterar nada.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">E por isso você acabou sendo perseguido pela Intempol?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Não. A perseguição veio depois. As primeiras viagens foram muito tranquilas. Calculava bem e ia apenas quando a noite caia. Pegava meu aerociclo e os equipamentos de proteção, como todos eram pretos, era fantástico, a noite me cobria. Alem do mais, o chão de pedra ou terra batida em contato com o coturno de couro não fazia ruído algum. Era perfeito, eu entrava e saía de lugares sem que ninguém suspeitasse e o capacete de proteção protegia minha identidade.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Até que suspeitaram?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Eu nunca soube quando começaram as histórias de fantasmas ou assombrações. Não os literários, como Lovecraft. Sabemos que o Horror Sobrenatural na Literatura começara de fato com ele, com raras e leves incursões anteriores a ele, mas as histórias faladas mesmo&#8230; Bem, agora eu tenho uma leve idéia e como ninguém também sabia, não faz muita diferença.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Mas você foi perseguido, não?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Claro que fui, mas nunca disse que fora por isso. Deixe-me contar minha história e depois você faz as perguntas que sobrarem. Afinal, é por isso que você está aqui, não? Saber por que minha história saiu na Mentela e ter um pouco mais de audenção.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;">Você sabe o que é audenção?</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Suspeito que seja uma palavra criada com as misturas de Audiência + Atenção, se bem que a segunda eu escolheria redenção, afinal, olhe o que acontece com aqueles que lhes &#8220;consome&#8221;&#8230; hehe</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Agora, não me atrapalhe e me deixe contar. A idéia era eu ser invisível aos olhos da história que eu visitaria. Por um bom tempo visitei a França, a Inglaterra, Itália e Espanha. O motor silencioso do Aerociclo ajudava bastante e a altura era perfeita para observar e às vezes ouvir sem ser incomodado.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">Acho que você soltou as bruxas também.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Hahaha&#8230; É possível, mas se tivesse teria sido pego muito antes&#8230; e não pela Intempol, mas pelos acerebrados fundamentalistas que usam a religião como escudo para aquela época.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">Só aquela?</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Não é pra esse tipo de discussão que estou aqui. Continuando, então resolvi assistir um dos antigos episódios daquilo que vocês chamavam TelaVisão, que apenas é uma exibição de um modelo sequencial de informação visual e auditiva que antigamente era tratado como um dos principais meios de informação e&#8230; &#8220;entreteninemto&#8221;. Embora eu acredite que deixasse o povo tão inerte e inepto como a Mentela.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Acredito que, à época, era chamado de &#8220;Documentório&#8221;, era uma apresentação do que se sabia sobre a Idade Média na época e muita coisa jamais chegara a nosso conhecimento. Mesmo porque era uma época de pura especulação. Ja te disse, a Idade Média foi uma era com pouca informação histórica. E na época da TelaVisão não existia o Cronodeslocador. Eles conheciam a história por meio de documentos de origem ou veracidade duvidosa e de adivinhações ao encontrar símbolos e objetos de uma época remota.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">E então você viu algo que achou injusto e foi fazer justiça com as próprias&#8230;</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Nada disso. Num desses &#8220;Documentórios&#8221; foi mencionado muitos dos contos e mitos que surgiram nessa época. E como em todo processo de criação de mitos há um pequeno fundo de acontecimento real, tênue, mas há, me interessei por um dele para investigar. O Cavaleiro Negro.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">Ora essa, alguém que viera do antigo continente dos Sóis. Qual era o nome&#8230; tinha a Éfrica, ou Ábrica e a America era menos dividida.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Eu não disse cavalheiro, seu estúpido. Cavaleiro, pessoas ou guerreiros que andavam a cavalo, um animal de medio porte que andava nas quatro&#8230;</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">Ok, ok&#8230; eu conheço, já vi um no ZooLógico. Mas ele era negro, não, deve ter vindo de um desses con&#8230;</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Não. Na época os exércitos das castas políticas usavam Uniformes, como os nossos, mas eram muitas castas, chamadas feudos e cada uma possuia um conjunto de cores. E o negro, do cavaleiro, era o uniforme que ele usava.</span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">E ele pertencia ao&#8230; feldo, é isso? feldo? </span><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;">(que seja)<span style="color: #0000ff;"> </span></span><span style="color: #0000ff;">m</span><span style="color: #0000ff;">ais poderoso, por isso preto&#8230;</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;">Às vezes eu acho que vocês jornalistas não sabem pensar, mas não, o preto dizia-se que era porque ele não pertencia a feudo algum ou porque não era de interesse que o feudo fosse sabido, muito útil para missões de espionagem e assassinato.</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">E você então tomou a espada da justiça nas mãos e voltou para impedir que assassinatos pelo cavaleiro negro fossem cometidos?</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;">Eu não tinha te dito que tinha ido apenas para observar?</span> <span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;">(sim)</span> <span style="color: #ff0000;">Então cale-se e me deixe terminar, afinal, pra sua informação, tal cavaleiro negro nunca existiu.</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #0000ff;">Sei. E quanto ao tal: &#8220;Tem um Fundo de Verdade&#8221;? Não somos idiotas, afinal, eu fiz um pouco minha lição de casa e pesquisei também sobre essa época. Aparentemente uma dama fora sequestrada pelo suposto &#8220;Cavaleiro Negro&#8221; e jamais vista novamente.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;">Sim, isso é o que todos dizem, mas eu sei que não é verdade. Primeiramente porque o Cavaleiro Negro não existe, ou melhor, não existia. E em segundo, tal &#8220;Dama&#8221; nunca fora sequestrada. Não tenho culpa dela ser perfeita e nos apaixonarmos.</span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #0000ff;">Então você&#8230;</span></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #00ff00;">A audiência vai começar, o tribunal requer sua presença.</span></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #0000ff;">Vai dar uma boa história de amor. Pena que o final não seja feliz.</span></span></p>
<p><span style="color: #00ff00;"><span style="color: #ff0000;">Não contaria muito com isso. Afinal, até eu chegar, nunca tinham ouvido falar de um Cavaleiro Negro cuja chegada ou saida jamais era anunciada, sequer pelo som dos cascos de seu cavalo infernal. Sugiro você entrevistar o investigador que conseguiu me descobrir. Talvez a história da perseguição seja mais interessante que a minha. </span></span></p>
<p><span style="color: #00ff00;"><span style="color: #ff0000;">Boa Noite</span></span></p>
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		<title>A Infecção</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 21:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É uma noite chuvosa mas clara devido aos diversos relâmpagos e os raios, nada ocasionais, riscam os céu. O bêbado está deitado, protegido da chuva, na porta da loja, fechada, com o toldo estendido e, sem guardachuva, nosso protagonista lhe faz companhia, com frio e um pouco impressionado com a tempestade que ocorria, além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma noite chuvosa mas clara devido aos diversos relâmpagos e os raios, nada ocasionais, riscam os céu. O bêbado está deitado, protegido da chuva, na porta da loja, fechada, com o toldo estendido e, sem guardachuva, nosso protagonista lhe faz companhia, com frio e um pouco impressionado com a tempestade que ocorria, além de apreensivo em relação ao indivíduo que, por força do destino, lhe acompanhava.</p>
<p>Pouco se sabe sobre o desafortunado desabrigado que descansa à salvo da chuva. Provavelmente em uma situação mais confortável que nosso personagem, que provavelmente apenas sairá correndo assustado ao final desse conto, já que o costume dita aos transeuntes o expulsarem dos locais onde ele descansa e a chuva espantara todos os transeuntes da cidade, agora aparentemente deserta, salvo pelos dois.</p>
<p>Todos conhecem o desabrigado, tradicional bêbado da cidade, louco, dizem uns, perigoso, dizem outros, mas por jamais ouvi-lo falar, os jovens apenas seguem a apreensão dos mais velhos, assim como aquele que o acompanha, que apenas aceita as palavras dos pais, corroborada pela do resto da sociedade e pela imagem que a ele se apresenta.</p>
<p>A chuva corre torrencial, os raios, cada vez mais frequentes, riscam e se subdividem no céu como veias em um exame. Nosso protagonista, ao se cansar, senta-se, ajudando o infortunado a despertar, ainda levemente ébrio, no momento em que o céu se iluminou com as diversas ramificações de uma descarga elétrica, fazendo-o palavrear que os exames jamais irão detectá-lo.</p>
<p>Intrigado, nosso protagonista indaga quanto ao que ele ouviu e eis que o coadjuvante inicia discursando sobre como sua mente se abriu à realidade, permitindo a ele perceber que estamos todos sendo combatidos por substâncias de degradação administradas à criatura que habitamos, parasitamos e degeneramos. Que seus pares frequentemente realizam exames, aplicando o equivalente ao que aqui chamamos de contrastes, deixando à mostra suas veias e tentando nos localizar. Ele diz que, por não ser burro, descobriu como se previnir dos ataques, saiu de sua casa e se desfez das substancias que o denegriam e degeneravam. Você iria lhe perguntar sobre a bebida, eu sei. Ancestrais superiores que viveram séculos, aos quais muitos chamaram Deuses, a usavam, quem seria ele para não seguir seus conselhos? Já são 250 anos que luta contra eles e foge, mas aprendeu que aquilo que fazemos nos denuncia. Desistiu de denegrir ao que habita e se vocês continuarem denegrindo seu organismo dessa forma é certo que um dos exames que fazem irão denunciá-los e eles sabem quais substancias usar para cada caso.</p>
<p>Assustado e impressionado, nosso protagonista se levanta, olha para o indivíduo, que não aparentava mais que 50 anos, incrédulo com sua história e, antes de ingadar, o indivíduo lhe mostra 3 marcas que eventos da história jamais negaria. Sem hesitar nosso protagonista, ignorando a chuva, corre. Se com ou sem destino ninguém sabe, mas tenho certeza que cedo ou tarde teremos notícias dele. E se seguir os conselhos que ouvira, provavelmente sucumbirá a uma instituição mental, sob fortes medicações, assim como, sob altos valores, os custos que terão que ser sanados pela sua família. Se não seguir decerto a história o perseguirá e cedo ou tarde seu destino será selado.</p>
<p>Lordspy</p>
<p>(revisado por <a href="http://morwenzzz.blogspot.com">Odds and Ends</a> )</p>
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		<title>Universidade, Cidadania e Conhecimento</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 20:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algumas ações que realizamos na vida nos marcam profundamente. As que deixam marcas mais profundas são aquelas em que conseguimos atuar junto ao modelo social e mudarmos algum paradigma. Digo isso pois essa semana tenho acompanhado uma notícia que me remete aos meus últimos anos de graduação, na Universidade Federal de Uberlândia. Lembro-me de nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas ações que realizamos na vida nos marcam profundamente. As que deixam marcas mais profundas são aquelas em que conseguimos atuar junto ao modelo social e mudarmos algum paradigma.</p>
<p>Digo isso pois essa semana tenho acompanhado uma notícia que me remete aos meus últimos anos de graduação, na Universidade Federal de Uberlândia. Lembro-me de nossa luta ante as diversas tentativas de sucateamento da universidade, realizadas pelo então ministro da educação (atual secretário da educação do governo de São Paulo), o Sr.  Paulo Renato de Souza e o então Presidente da República Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p>Lembro-me de quando ingressei, no primeiro semestre, de presenciar eventos culturais de diversas modalidades: Música, com o projeto 5 e meia, onde tive o prazer de assistir a Luis Melodia, Chico Science e Nação Zumbi, Toninho Horta, Arnaldo Antunes, dentre outros, o projeto Nau de Dionísio, apresentando e discutindo peças e filmes, diversas exposições de arte e fotografia, todas gratuitas, não apenas para o meio universitário, mas para os cidadãos de Uberlândia (e seus visitantes).</p>
<p>Foram 6 meses muito proveitosos que felizmente tive a oportunidade de participar mesmo que passivamente, pois a um recém ingresso, calouro, não era permitido uma atuação, além de não conhecer ninguém por ser um novato na cidade e não possuir experiência. Então, muda o reitor, entra o reitor da base governista e começam os processos de sucateamento. A princípio todos os projetos culturais mantidos pela reitoria são desmontados. Um palco deixado para eventos ocasionais fora sabiamente usado pelos estudantes para festivais de música, dos quais me orgulho de ter auxiliado, até o desmonte por ordem do Reitor, além de diversos outros cortes que visavam incessantemente nos prejudicar.</p>
<p>Foi nesse contexto que iniciou-se meu interesse nos modelos político-sociais e que me arrastou para a política universitária. Mas não é por isso que escrevo este. Isso foi apenas uma introdução para contextualizar.</p>
<p>O ano de 2000, para mim, fora marcado por 2 eventos. O primeiro, minha formatura, por mais que gostaria de cursar mais disciplinas, a situação financeira e familiar me exigia a conclusão. O segundo fora o processo de eleições universitárias para reitor.</p>
<p>Àquela época o processo eleitoral discriminava os eleitores (universitários) por categoria, sendo divididas em Docentes, Técnicos e Discentes, num modelo em que cada categoria possuia um diferencial de decisão, sendo que dados 3 votos (1 de cada categoria), o dos docentes teria um peso de 70%, e os outros 30% era dividido entre os da classe discente e técnicos.</p>
<p>Reconhecida discrepancia, nós encampamos nossa luta pela paridade, apoiados por um dos candidatos a reitor, o qual também possuia nossa simpatia (frente a seu concorrente). Encampamos a luta pelo voto paritário, isto é, com o mesmo peso, assim teríamos, a cada classe, uma chance de escolhermos nosso representante, aquele que irá representar o local em que servimos ou o local em que adquirimos a ciência.</p>
<p>Mesmo sem o apoio governamental realizamos as eleições com paridade, no escrutinio ainda encampávamos e entoávamos as bandeiras da democracia. Nosso candidato fora eleito com ampla margem de diferença de seu adversário pelos Técnicos e Discentes e com uma pequena margem de diferença de seu adversário entre os Docentes e hoje, apesar de o atual reitor ser o da administração oposta àquela em que ajudei a eleger, 9 anos depois, tenho orgulho de dizer que cursei a Universidade Federal de Uberlândia, pois reconheço o bom trabalho que tiveram para manter a qualidade da instituição.</p>
<p>E quão pasmo fico eu ao saber que em uma Universidade Pública do estado considerado mais desenvolvido do País, uma instituição onde uma docente acredita que &#8220;é a única instituição do país que abrange todas as áreas do conhecimento&#8221; (parafraseado), de título de melhor do país, que deveria criar não apenas os formadores de opinião, mas também aqueles que disseminarão o conhecimento, o reitor democraticamente eleito não tomará posse, pois o governador do estado, que almeja a presidência, decidiu que a escolha realizada não é válida, nomeando o 2o. colocado como reitor.</p>
<p>E penso, aquele trabalho que tivemos para restaurar a democracia no país torna-se nulo na mão de um autoritarista cuja intenção decerto não é a de garantir àqueles que ele administra (ou deveria administrar) o que lhes é de direito.</p>
<p>E me pergunto: É esse quem o país quer como seu representante e administrador oficial?</p>
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		<title>A Notícia que Chocou o Mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock & Roll]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, sim&#8230; ontem, dia 25 de Junho duas notícias nos deixaram tristes. Mas hoje é que temos a notícia mais chocante!! Comecemos com as de ontem: A primeira foi a morte da Farrah Fawcett, ok, muitos podem não se lembrar quem foi ela, mas ela foi famosa e bonita e isso é o suficiente. Ah [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, sim&#8230; ontem, dia 25 de Junho duas notícias nos deixaram tristes. Mas hoje é que temos a notícia mais chocante!! Comecemos com as de ontem:</p>
<p>A primeira foi a morte da <span class="status-body"><strong></strong><span class="entry-content">Farrah Fawcett, ok, muitos podem não se lembrar quem foi ela, mas ela foi famosa e bonita e isso é o suficiente. Ah sim&#8230; atriz.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">A outra notícia que deixou a gente triste foi a morte do Michael Jackson (A Gente quem Cara Pálida?). Ok, não gostava muito dele, mas há que se reconhecer, ele fez alguns bons trabalhos e era um ícone do Pop. Mas fez tanta besteira que não era de se esperar que cedo ou tarde ele fosse.</span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">A grande notícia, aquela que nos deixou realmente chocados e impressionados:</span></span></p>
<h2><span class="status-body"><span class="entry-content"><span style="color: #ff0000;"> &#8220;Não Basta! Mais Impressionante que a Morte de Michael Jackson! Keith Richards, Guitarrista do Rolling Stones, <span style="text-decoration: underline;">CONTINUA VIVO</span>!&#8221;</span></span></span></h2>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content">É isso! A Kind Kind of Insanity to you all! :1D<br />
</span></span></p>
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		<title>Some Kind of Insanity</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 12:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lordspy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, sim&#8230; eu sabia que não era eu quem tinha pegado no sono&#8230; é a insanidade pela insônia&#8230; isso acontece comigo com frequência. Ah, essa tirinha foi emprestada diretamente do http://xkcd.com Thanks dudes!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 750px"><img title="Insônia" src="http://imgs.xkcd.com/comics/insomnia.png" alt="Insanidade pela Insônia" width="740" height="237" /><p class="wp-caption-text">Insanidade pela Insônia</p></div>
<p>Sim, sim&#8230; eu sabia que não era eu quem tinha pegado no sono&#8230; é a insanidade pela insônia&#8230; isso acontece comigo com frequência.</p>
<p>Ah, essa tirinha foi emprestada diretamente do http://xkcd.com</p>
<p>Thanks dudes!</p>
]]></content:encoded>
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